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STJ nega, pela segunda vez,habeas corpus para pitboy

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Pela segunda vez, o ministro Paulo Medina, da Sexta Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ), negou pedido de liminar em habeas corpus para que Leandro Albuquerque Ferro, o Leleco, responda em liberdade ao processo em que foi denunciado por tentativa de homicídio. Quase simultaneamente, o advogado Givan Lisboa impetrou novo habeas corpus tentando a soltura de Leleco, mas a segunda tentativa também resultou em indeferimento. Na decisão tomada ontem, o ministro Paulo Medina indeferiu a liminar e encaminhou o processo ao Ministério Público Federal. Com a decisão, fica mantida a prisão preventiva de Leleco, Charles Alexandre de Moura França (o Charlão) e Paulo Henrique Gouveia, determinada pelo Tribunal de Justiça de Alagoas. O próprio TJ negou, duas vezes, habeas corpus em favor dos três, que são lutadores de jiu-jítsu e podem ser pronunciados por tentativa de homicídio. Presos Os lutadores, que estão no presídio Cirydião Durval há quase três meses, foram presos sob a acusação de espancarem o estudante Klebson Almeida Silva, de 19 anos, na casa de shows Uau, localizada no bairro de Jaraguá, no dia 11 de julho deste ano. Pela violência do espancamento, mostrada em uma fita de vídeo gravada pelo sistema de segurança da casa de shows, Leleco, Charlão e Gouveia ganharam o apelido de ?pitboys?.

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