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Cidades Em 24 horas, Alagoas registrou mais 59 novos casos confirmados e três óbitos por Covid-19

REGIÃO METROPOLITANA REGISTRA MAIS DA METADE DAS MORTES POR COVID-19

Desde o início da pandemia, os treze municípios que compõem a região registraram 3,7 mil óbitos

Por Regina Carvalho | Edição do dia 06/08/2022 - Matéria atualizada em 05/08/2022 às 21h22

Os boletins emitidos desde o início da pandemia do coronavírus, em 2020, mostram que a Região Metropolitana de Maceió concentra mais da metade dos óbitos por Covid-19 de Alagoas. As treze cidades seguem como as “mais perigosas” para a disseminação da doença que já matou mais de 7 mil pessoas nos municípios. Pelos dados publicados no boletim epidemiológico da Secretaria de Estado da Saúde, por ordem alfabética, a quantidade de vítimas que não resistiram à Covid-19 estão assim distribuídas nas cidades da região Metropolitana: Atalaia (58), Barra de Santo Antônio (33), Barra de São Miguel (10), Coqueiro Seco (9), Maceió (3,1 mil), Marechal Deodoro (130), Messias (31), Murici (55), Paripueira (29), Pilar (67), Rio Largo (193), Santa Luzia do Norte (11) e Satuba (44). Ou seja, nas cidades residiam mais de 3,7 mil vítimas do coronavírus, ou 54% do total de mortes registradas no Estado, que registra quase 7,1 mil. Em relação aos casos confirmados de Covid, a situação é também mais grave na Região Metropolitana de Maceió, que tem quase metade dos registros de infectados. As notificações da doença estão assim: Atalaia (2.073); Barra de Santo Antônio (640); Barra de São Miguel (1.013); Coqueiro Seco (595); Maceió (124,5 mil); Marechal Deodoro (8.340); Messias (1.855); Murici (1.252); Paripueira (532); Pilar (5.018): Rio Largo (5.012): Santa Luzia do Norte (830) e Satuba (1.546). Somando-se o número de infectados pelo coronavírus, as treze cidades têm oficialmente mais de 153 mil ou 48% do total de Alagoas, que já registra mais de 319 mil.

Há um ano, a Gazeta de Alagoas trouxe uma reportagem que já mostrava o preocupante avanço da doença na região Metropolitana de Maceió, que começava a concentrar grande parte das vítimas que não resistiram à Covid-19. De acordo com o painel de informações interativas sobre a pandemia da Secretaria de Planejamento, Gestão e Patrimônio (Seplag) – à época - fora a capital alagoana, Rio Largo, Atalaia e Pilar apresentavam na região o maior número de óbitos pelo coronavírus, respectivamente, 136; 46 e e 40. Atualmente, as cidades com mais mortes da região são Rio Largo, Marechal Deodoro e Pilar.

MUNICÍPIOS

Já os cinco municípios alagoanos com as maiores taxas de incidência da doença por cem mil habitantes são, na sequência, Arapiraca, Marechal Deodoro, Pilar, Santana do Ipanema e Quebrangulo, com 16,6 mil; 15,7 mil; 14,1 mil; 13,2 mil e 13,2 mil. Os dados são relativos desde o início da pandemia em 2020 até 2022. Os dados constam no boletim da última sexta (5). Ainda segundo o boletim epidemiológico da Sesau, as cinco cidades alagoanas com mais casos em investigação são, sequência, Maceió (735); Campo Alegre (177); Palmeira dos Índios (118); Penedo (93) e Santana do Ipanema (99).

BOLETIM

Em 24 horas, Alagoas registrou mais 59 novos casos confirmados e três óbitos por Covid-19. Os dados constam no Boletim Epidemiológico da Sesau de sexta-feira (5). As vítimas tinham 51, 73 e 95 anos. Um homem de 51 anos, que residia em Maceió, não tinha comorbidades e morreu no Hospital Universitário (HU), na capital. Uma idosa de 73 anos, que também residia em Maceió, era hipertensa, obesa, cardiopata e morreu na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do Benedito Bentes. A terceira vítima tinha 95 anos, do sexo masculino, residia em Maceió, era diabética, hipertensa, cardiopata, tinha Alzheimer e morreu no Hospital Arthur Ramos, em Maceió. Com a atualização dos números, até agora, são 319.005 casos confirmados da doença, que já matou 7.085 pessoas residentes em Alagoas. Em investigação, de acordo com a Sesau, são 1.670 casos. Diabetes (2.731), hipertensão arterial (2.470) e cardiopatia (1.548) são os principais fatores de risco para a doença. Entretanto, 1.574 pessoas que não resistiram à Covid-19 não tinham comorbidade.

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