Cidades
Laudo sobre morte de jornalista �depende de exames feitos na Bahia
O laudo com a causa da morte do jornalista Ari Cipola, 42, só será expedido depois do resultado de exames que serão feitos em Salvador (BA). O diretor-superintendente e de redação do jornal Tribuna de Alagoas morreu na última sexta-feira, depois que foi acometido de um mal súbito. Seu quadro foi associado, segundo parentes e amigos, ao de um infarto agudo do coração. Amostras de tecidos do intestino do jornalista foram recolhidas pelos médicos do Instituto Médico Legal (IML) de Maceió e enviadas para Salvador. No IML da capital baiana ou em um laboratório vinculado, elas serão examinadas. Só depois de concluído o exame histopatológico e comunicado aos legistas alagoanos é que o IML expedirá o laudo com a causa da morte de Cipola. Antes, porém, o laudo ainda deverá ser submetido a um cardiologista. O jornalista, que tinha 42 anos incompletos, era hipertenso e portador de diabetes, segundo familiares e amigos. Estava com peso acima do normal e fumava. Cipola era paulista e radicou-se em Maceió trabalhando como correspondente do jornal Folha de S. Paulo, cobrindo casos famosos como o de PC Farias, pelo qual foi agraciado com o Prêmio Esso, o mais importante da imprensa brasileira. O jornalista sentiu-se mal no começo da tarde da sexta-feira, durante o banho. Cipola foi socorrido por parentes, que o levaram para uma clínica na Jatiúca, mas já chegou morto. O sepultamento do jornalista ocorreu na manhã do sábado, no Campo Santo Parque das Flores, e foi acompanhado, além de autoridades e familiares, por amigos e profissionais da imprensa. (FF)