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Professora � torturada e executada com tiro na nuca

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EDNELSON FEITOSA Professora recém-formada pela Universidade Federal Alagoas (Ufal) e concluinte de pós-graduação em Letras por uma faculdade particular de Maceió, Maria Gonçalves Costa, 32 anos, que desapareceu de casa ? na Avenida Capitão Marinho Falcão, no Conjunto Santo Eduardo, no Poço ? no último domingo, foi encontrada morta ontem, numa estrada de acesso ao bairro Rio Novo, na Ladeira do Catolé, periferia de Maceió. A vítima teria sido torturada, estuprada, forçada a ficar de joelhos e executada com um tiro na nuca. O corpo estava despido, tinha a boca amordaçada, braços e pernas amarrados com fita adesiva. O delegado do 11º Distrito, Jobson Cabral de Santana, realizou os primeiros levantamentos e acompanhou os peritos. ?Foi um crime praticado com requintes de perversidade, com características de execução sumária, praticada por alguém que talvez estivesse com muita raiva?, afirmou o delegado. Namorado Cristina Rocha, 36, amiga e também professora recém-formada pela Ufal, levantou as primeiras suspeitas de que Maria pode ter saído no último sábado com alguém. A pessoa seria um suposto namorado, que ela identificava para amigas como Luciano, um militar de Brasília, que costumava procurá-la quando vinha a Maceió. ?A Maria não levava esse policial militar a sério. Ela gostava de ?ficar?, mas não queria um relacionamento?, disse. O sumiço de Maria Gonçalves Costa foi denunciado à polícia por seu irmão de criação, Klemisson Cordeiro dos Santos, 20. Ele afirmou que saiu de casa para visitar sua mãe, em Riacho Doce, no último sábado, retornando no domingo, por volta das 23 horas. Disse que, quando chegou, a casa estava aberta e com objetos revirados. De imediato, deu pela falta de dois aparelhos de televisão (20 polegadas) e um equipamento de DVD. ?Minha irmã não estava em casa e logo imaginei que havia sido seqüestrada por assaltantes?, disse Klemisson. Leia mais na página A14

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