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Grupo seq�estrou banc�ria antes de matar Maria

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GILVAN FERREIRA FÁBIA ASSUMPÇÃO A descoberta do veículo utilizado por Leonardo Lourenço e pelos outros dois acusados de envolvimento na morte da professora Maria Gonçalves Costa ajudou a polícia a desvendar o crime. Duas testemunhas disseram, em depoimento à Polícia Civil, que viram quando um homem branco, de olhos claros e estatura média e que usava um brinco na orelha esquerda, chegou em um veículo Palio vinho, na porta da residência da professora Maria Gonçalves. Segundo os policiais do Tigre, a descrição das testemunhas ?batia? com as características de Leonardo Gonçalves. ?Ele só não estava usando mais o brinco, mas tem a orelha esquerda furada e é idêntico às características apresentadas pelas duas testemunhas que nos ajudaram na produção de um retrato falado do suspeito da morte da professora?, disse um dos policiais do Tigre. Seqüestro relâmpago O veículo Palio MUY 9249 foi roubado pelo grupo durante um seqüestro relâmpago, no último domingo. O grupo rendeu uma funcionária da Caixa Econômica Federal e a levou para sacar dinheiro em um caixa eletrônico, no Hiper Bompreço da Gruta de Lourdes. Durante todo o tempo em que estiveram com a funcionária da Caixa, os três homens a ameaçavam de morte. Leonardo portava um revólver 38. O carro foi achado ontem, no município de Murici, a 55 quilômetros de Maceió. Segundo os policiais, o veículo estava com o motor batido e foi deixado próximo a um canavial. Segundo o secretário de Defesa Social, Robervaldo Davino, a funcionária da Caixa vai ser convocada para fazer o reconhecimento de Leonardo Lourenço da Silva, José Carlos da Silva e Mário Jorge de Lima. Outro veículo A polícia chegou a investigar a possibilidade de o grupo ter utilizado um outro veículo que foi localizado ontem de manhã, totalmente queimado, num matagal próximo à entrada do Conjunto Village Campestre, no Tabuleiro. O carro estava sem placa, mas, de acordo com o chefe de Operações da Delegacia de Roubos de Veículos, Carlos James da Silva Batista, era um táxi. E havia indícios na lataria que confirmavam que a cor original do veículo não era vinho, o que começava a afastar a possibilidade de ter sido utilizado pelos bandidos. O carro foi periciado para tentar identificar o número do chassis, mas com a prisão e as informações confessadas pelos três envolvidos no assassinato da professora Maria Costa, os policiais afastaram essa linha de investigação. Presos no Tigre Leonardo Lourenço, José Carlos da Silva e Mário Jorge de Oliveira, que vão ficar presos na base do Tigre, no Farol, até o final das investigações, também serão ouvidos sobre a participação em roubos e furtos de veículos em Maceió. A Polícia Civil fez um apelo para que pessoas que foram vítimas de seqüestro relâmpago e tiveram os veículos furtados compareçam à sede do Tigre, no Farol, para tentar reconhecer os três acusados.

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