Cidades
Franc�s vira escola para mergulhador de 1� viagem
DORGIVAL JÚNIOR Ainda no Francês, a 14 km da costa, outra opção de mergulho está no naufrágio da Dragão, uma draga que afundou na costa alagoana, na década de 40, e que hoje serve de ponto de pesquisa para estudiosos e mergulhadores amadores e profissionais. ?O Francês ainda é o melhor lugar para mergulhar. Quem aprende aqui pode mergulhar em qualquer lugar do mundo sem problemas?, disse o instrutor profissional de mergulho, Alejandro Vogelsang. Já na Praia de Lagoa Azeda, os mergulhadores têm o ponto de encontro em uma área situada a 15 km da costa onde se encontram os restos do navio cargueiro Itapajé, afundado por um submarino alemão na Segunda Guerra Mundial. A embarcação, que transportava munição, ainda preserva a 27 metros de profundidade peças que podem ser vistas pelos mergulhadores. ?É fascinante a visita ao Itapajé. A gente vê peças, garrafas de bebidas e outros artefatos que estavam sendo transportados no navio. A história daquela embarcação é fascinante e isso acaba emocionando a gente?, disse o gerente comercial, Tiago Oliveira, que mergulha várias vezes por semana em pontos da costa alagoana. Maragogi No município de Maragogi, o naufrágio do Trafalgar - navio holandês afundado em 1700 ? é o principal atrativo da região, além das belezas da vida marinha ainda preservada dos corais. ?A vida marinha em Maragogi ainda é mantida de forma intacta, proporcionando um verdadeiro espetáculo aos olhos e à mente dos mergulhadores. Esse mesmo projeto deveria ser executado no Francês que, apesar da sua importância turística, sofre com a poluição provocada pela falta de conscientização ambiental?, acrescentou o mergulhador.