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NÚMERO DE MACEIOENSES COM HIV CAI 40% EM UM ANO, DIZ SECRETARIA

Até agosto de 2022, a capital alagoana registrou um total de 226 casos de HIV, contra 377 no ano passado

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Os testes rápidos atuam como uma importante ferramenta para o diagnóstico do vírus
Os testes rápidos atuam como uma importante ferramenta para o diagnóstico do vírus -

Até agosto de 2022, Maceió registrou um total de 226 casos de HIV. Em comparação com o ano passado, os dados da Secretaria Municipal de Saúde (SMS) divulgados nesta terça-feira (20) mostram uma redução de 40% no número de notificações. Somente em 2021, a capital alagoana teve 377 casos de HIV. Em 2022, a faixa etária com o maior número de notificações é a de 20 a 34 anos, com 127. As pessoas com 10 e 14 anos, além dos idosos com mais de 80 anos, não registraram pacientes. Os adultos entre 35 e 49 anos somam 55 casos, enquanto os jovem de 15 a 19 anos têm 21. No ano passado, a quantidade de casos somente entre pessoas de 20 a 34 anos foi a mesma do total de 2022, ou seja, 226. Também houve um registro de paciente entre adolescentes de 10 a 14 anos. Os dados mais atualizados do Sistema de Informação de Agravos de Notificação, divulgados pelo Boletim Epidemiológico de HIV/Aids de 2021, mostram que, em todo o país, há 29.917 casos de aids. Em 2019, esse total era de 37.731 – uma queda de 20,7%. Apesar de não ter cura, o diagnóstico precoce, com o tratamento adequado, pode evitar que a pessoa chegue ao estágio mais avançado de presença do vírus no organismo, desenvolvendo, assim, a Aids. “Os testes rápidos atuam como uma importante ferramenta para o diagnóstico e consequente tratamento precoce do HIV, e hoje, a população tem fácil acesso a esse serviço. Esse instrumento [testagem] é muito importante, já que tem muitas pessoas que desconhecem a sua sorologia”, disse a gerente do Programa de IST/HIV/Aids e Hepatites Virais da SMS, Géssyca Cavalcante. Em Maceió, quem recebe o diagnóstico positivo é encaminhado para os centros de atenção especializada para tratamento e atendimento com uma equipe multidisciplinar. As informações são do G1.

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