Cidades
Hist�rias colaboram para cren�a
Petrúcio era uma criança carente que vivia na Casa do Pobre, no bairro do Vergel do Lago, em Maceió, que existe até hoje. Alzira Ferreira de Oliveira, 76 anos de idade, conviveu com Petrúcio, quando criança, na Casa do Pobre. As histórias que ela conta colaboram para aumentar a crença na santidade do menino, que começou antes de sua morte, aos 11 anos. ?Quando o menino estava doente, uma irmã de caridade, Irmã Genoveva, teria encontrado Petrúcio levitando?, acredita. Ela mostra a cicatriz de um tumor que cresceu em seu braço. Diz que ficou boa antes de ser operada. ?Foi um milagre do Menino Petrúcio?, diz. Clementina Correia, sobrinha de Petrúcio, também conta histórias que ouviu da família. ?No dia de sua morte, ele contou ter recebido a visita de uma senhora de branco, que ele acreditava ser Nossa Senhora, avisando que viria buscá-lo às 15 horas e que ele não se preocupasse, que a sua família não ia mais passar fome?. E, segundo ela, tudo aconteceu como o previsto. ?Exatamente às 15 horas do mesmo dia em que teve a visão, ele morreu. Poucos dias depois, sua mãe ganhou uma casa comprada por vizinhos e amigos e ninguém passou fome?, diz Clementina.