Saúde
MACEIÓ SE MANTÉM ENTRE AS SEIS CAPITAIS EM NÍVEL EPIDÊMICO DE SRAG, APONTA FIOCRUZ
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Maceió segue entre as seis capitais do pais em macros para nível epidêmico de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG). É o que aponta o mais recente Boletim InfoGripe, divulgado nesta quarta-feira (21), pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).
Além de Maceió, as capitais no mesmo nível João Pessoa, Manaus, Natal, Porto Velho e Rio de Janeiro. Também há quatro cidades em macrorregiões de saúde em nível pré-epidêmico: Belém, Cuiabá, Palmas e São Luís.
As demais capitais foram consideradas em macros em nível alto. No entanto, não há nenhuma em nível muito alto e nenhuma em nível extremamente alto.
Os dados do levantamento levam em consideração os dados inseridos no SIVEP-Gripe até o dia 12/09/2022, correspondendo a Semana epidemiológica 36: 04/09/2022 a 10/09/2022.
CRIANÇAS
Segundo análise Fiocruz, a tendência de aumento de casos de síndrome respiratória aguda grave (SRAG) entre crianças e adolescentes, iniciada em julho na maioria dos estados, dá sinais claros de interrupção e queda na maior parte do país. Apesar disso, o pesquisador Marcelo Gomes, coordenador do boletim, alerta que há um aumento recente de casos associados ao Influenza A H3N2 na capital paulista. O vírus é o mesmo que causou o surto de gripe fora de época no ano passado. “Por isso, não podemos esquecer da vacina para ter a melhor proteção possível”, recomenda Gomes, que é coordenador do InfoGripe. De modo geral, os casos de SRAG mantiveram tendência de queda com o acréscimo dos dados da semana de 11 a 17 de setembro à análise dos pesquisadores. Entre as 27 unidades federativas, apenas o Amapá apresenta crescimento da SRAG na avaliação das últimas seis semanas. Quando a análise se concentra nas capitais, Florianópolis (SC), Fortaleza (CE), Macapá (AP) e plano piloto e arredores de Brasília (DF) são as cidades em que há movimento de alta. Apesar disso, a Fiocruz considera que tanto a situação do estado quanto a das capitais é compatível com uma oscilação em torno de um patamar estável.
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Nas últimas quatro semanas epidemiológicas, os casos de SRAG com resultado positivo para vírus respiratórios tiveram prevalência de 9,7% para influenza A; 0,8% para influenza B; 8,6% para vírus sincicial respiratório (VSR); e 55,8% para Sars-CoV-2 (Covid-19). Já entre os óbitos por SRAG com confirmação laboratorial de vírus respiratório, a presença do SARS-CoV-2 é ainda mais destacada, com 90,3% de prevalência. As informações são da Folhapress.