Pandemia
MÉDIA MÓVEL DE MORTES POR COVID ESTÁ ZERADA HÁ 20 DIAS EM ALAGOAS
Já a média móvel de casos novos no Estado caiu 89% entre os dias 20 de agosto e 20 de setembro
A redução do número de casos e mortes por Covid-19 em Alagoas, nos últimos meses, aparece no levantamento diário feito pelo consórcio de veículos de imprensa. A média móvel de casos novos caiu 89% entre os dias 20 de agosto e 20 de setembro e de mortes está zerada há pelo menos 20 dias.
Segundo os boletins epidemiológicos emitidos pela Secretaria de Estado da Saúde (Sesau), no dia 21 de agosto foram confirmados 115 novos casos e nenhuma morte por Covid-19. Um mês depois, nessa quarta-feira (21), a Secretaria de Estado da Saúde trouxe 32 novas infecções e nenhum óbito, sétimo dia seguido sem vítimas.
Há 820 casos em investigação, 320.878 confirmados da doença e 7.121 mortes pela Covid nos municípios alagoanos.
No mês passado havia 1.097 casos da doença em investigação, caindo para 820 nessa quarta-feira (21). Naquele momento, 8.370 profissionais de saúde tinham testado positivo para a Covid, representando 2,6% dos casos confirmados em Alagoas. Agora, há confirmação de mais trabalhador da área infectado.
De acordo com informações do boletim da Sesau, tomando como referência o ano de 2020 quando a pandemia do novo coronavírus foi declarada até agora, Arapiraca (16 mil), Marechal Deodoro (15,9 mil) e Pilar (14,2 mil) registraram as maiores taxas de incidência por cem mil habitantes da Covid-19, segundo município de residência.
Mas em relação aos últimos 28 dias, Mar Vermelho, Minador do Negrão e Coqueiro Seco se destacam por maiores taxas de incidência da Covid. Respectivamente, 28,8; 18,8 e 17 registros por cem mil habitantes.
Em relação à frequência dos óbitos confirmados por Covid-19, segundo comorbidade e fator de risco, os pacientes tinham diabetes (2,7 mil), hipertensão (2,4 mil) e cardiopatia (1,5 mil).
O último Boletim InfoGripe Fiocruz apontou para a queda no número de casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) nas tendências de longo (últimas seis semanas) e curto prazo (últimas três semanas). A curva nacional segue apontando para patamar inferior ao observado no mês de abril de 2022, até então o mais baixo desde o início da epidemia de Covid-19 no Brasil.