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Saúde

ALAGOAS DESCARTA 60% DOS CASOS SUSPEITOS NOTIFICADOS DE VARÍOLA

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Alagoas recebeu a notificação de 328 casos suspeitos de varíola dos macacos está ontem
Alagoas recebeu a notificação de 328 casos suspeitos de varíola dos macacos está ontem -

Alagoas recebeu a notificação de 328 casos suspeitos de varíola dos macacos até esta quinta-feira (29) e, desse total, 62,8% foi descartado pelos órgãos de saúde, o que corresponde a 206 casos notificados. Até o momento, o estado tem 13 confirmações da doença. Os dados são do boletim epidemiológico da Secretaria de Estado da Saúde (Sesau), divulgado nesta quinta-feira (29). De acordo com o balanço, Alagoas investiga 62 casos suspeitos. Maceió é a cidade de Alagoas que mais registrou notificações e casos confirmados. Ao todo, 10 pacientes com a doença estão na capital alagoana. Outros dois estão em Murici e um em Viçosa. Na quarta-feira, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou o registro do Kit Molecular Monkeypox (MPXV) Bio-Manguinhos, fabricado pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), para diagnóstico do vírus da infecção. O resultado da avaliação, que levou 46 dias, saiu na última segunda-feira, 26. Conforme a Anvisa, para conceder o registro, os técnicos analisaram uma série de requisitos técnicos dispostos na Resolução (RDC) 36/2015, dentre os quais estão o desempenho clínico e o gerenciamento de risco, que servem para garantir a adequabilidade do produto ao uso proposto. Segundo a avaliação, o produto atendeu aos critérios técnicos definidos pelos técnicos da agência. A finalidade do produto é o diagnóstico in vitro do vírus Monkeypox e a identificação da cepa WA circulante, a partir de amostras obtidas das lesões na pele de pacientes que apresentam sintomas (suspeita clínica) de infecção pelo vírus. O teste é um ensaio molecular que detecta as regiões genômicas do vírus Monkeypox (MPXV), incluindo a identificação da cepa África Ocidental (WA), além do controle interno (CI) e de alvo do gene constitutivo humano – RNAseP (RP). É o segundo produto aprovado para a detecção do vírus no Brasil. De acordo com a Anvisa, por conta do cenário limitação no que se refere a recursos terapêuticos e preventivos, é imprescindível o diagnóstico rápido dos casos de Monkeypox para avaliação adequada dos critérios de elegibilidade os quais darão acesso a medicamentos e ou vacinas para combate à infecção.

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