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Recupera��o de BRs em AL custar� R$ 60 milh�es

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BLEINE OLIVEIRA O Departamento Nacional de Infra-estrutura de Transporte (DNIT/Alagoas) promete acabar com o pesadelo que tem sido trafegar pelas estradas federais em Alagoas. Se atualmente é um tormento viajar de Maceió a Recife (PE) pela BR-424, por exemplo, até o início do próximo ano a rodovia estará totalmente recuperada. A garantia é do coordenador do DNIT/AL, engenheiro Hélder Rabelo, revelando que já está prevista no Orçamento da União para 2005 a quantia de R$ 60 milhões, destinados à recuperação, manutenção e conservação de 100% da malha federal em Alagoas. Na verdade, ressalta ele, o trabalho já começou. Tanto que, em relação ao exemplo citado, há equipes trabalhando nos trechos danificados dos 107,4 quilômetros de extensão da BR-424, divisa entre Alagoas e Pernambuco, desde outubro último. Por isso, garante Hélder Rabelo, restam apenas 20 quilômetros esburacados, o que reduz os transtornos à vida dos motoristas que viajam por aquela rodovia. Os recursos assegurados a Alagoas estão incluídos no Programa Integrado de Revitalização, criado pelo governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva para recuperar a malha viária brasileira. Nosso Estado tem 771 quilômetros de vias pavimentadas. Em todas elas serão executadas obras de recuperação e pavimentação, ou seja, quando for necessário pavimentar toda a rodovia isso será feito e o prazo de garantia é de 10 anos. Um exemplo é a BR-316 que está sendo totalmente recuperada no trecho de Palmeira dos Índios. Neste caso, ressalta o coordenador estadual do DNIT, a garantia é de oito anos, período em que a empresa contratada dará manutenção à rodovia sem custo algum para o Departamento. Caso o trabalho seja apenas de recuperação, a empresa contratada tapa os buracos e coloca uma capa de asfalto, garantindo uma sobrevida dessa rodovia por mais dois anos. Também nestes casos, ressalta Hélder Rabelo, a empreiteira é responsável pela recuperação dos estragos que a rodovia vier a sofrer nesse período. Serão executados serviços na faixa de rolamento e nos acostamentos. Continua na página E7

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