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Tranq�ilidade � a chave para uma boa prova

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FÁBIA ASSUMPÇÃO Esquecer a concorrência e ter autoconfiança. Esse é o conselho que o professor de Química Hélio Feitosa dá para os candidatos que farão as provas do PSS da Ufal. Com experiência de 25 anos de ensino em cursinhos, ele diz saber como a tensão e a ansiedade atrapalham os candidatos na véspera e no dia das provas. Para o professor, sem levar a sério os estudos ninguém tem êxito. A nova sistemática do PSS adotado pela Ufal, afirma Hélio Feitosa, exige muito mais do aluno. ?Sem estudar não passa?, adverte. Hélio aconselha os estudantes a manter a tranqüilidade na hora da prova. ?O aluno sabe que se marcar uma resposta errada perde o ponto de uma resposta certa?. E acrescenta que os alunos devem administrar bem o tempo de realização da prova e reservar pelo menos 30 minutos para marcação do cartão. ?Não adianta fazer uma prova boa se não houver um preenchimento correto do cartão de resposta?. E ao contrário do que prega alguns professores, Hélio Feitosa não condena quem estuda até a véspera da prova. ?Nesse estudo, o aluno pode tirar as últimas dúvidas?. Prazo A entrega dos cartões de inscrição se encerra na próxima quinta-feira. Quem não pegou o documento terá uma última chance nos dias 17, das 8 às 16 horas, e no dia 18, das 8 às 13 horas. Só que para isso terá de pagar uma taxa extra de R$ 10. O coordenador da Copeve, José Carlos de Almeida, diz que a única forma de o candidato se informar sobre o local da prova é por meio do cartão de inscrição. ?Ele pode até comparecer ao local da prova sem o cartão?. Os candidatos devem apresentar no dia da prova um documento de identidade com foto e levar caneta azul ou preta. Não será permitido o uso de qualquer equipamento eletrônico na hora da prova, como calculadoras e celulares. ?Quem for com celular terá de desligá-lo e entregar ao fiscal?, diz o coordenador da Copeve. Só na primeira etapa serão 2.900 fiscais, espalhados por 48 locais de provas. As pessoas com deficiência, como surdos e cegos, farão as provas em locais especiais. Os surdos farão provas no Colégio Batista e os cegos na Escola Cyro Acioly. Dezoito candidatos amblíopes ? que sofrem de imprecisão na visão sem problema orgânico aparente ? farão prova com tamanho de letra ampliado. Em casos especiais, a Copeve vai aplicar provas em hospitais para candidatos doentes.

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