Cidades
Sindicalista diz que � contra reajuste
O presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Transporte Rodoviário (Sinttro), Divanildo Ramos, afirmou que a entidade é ?contra? o aumento no preço das passagens, pleiteado pelos empresários do setor e que elevaria a tarifa de R$ 1,25 para R$ 1,95. ?A população não tem como arcar com o aumento do preço da passagem?, reconhece. Mas ele diz que os órgãos competentes precisam tomar medidas para combater algumas situações. ?Temos excesso de gratuidade e precisamos combater o transporte clandestino. Foram regulamentados 600 transportes complementares, mas hoje existem mais de quatro mil em circulação?, garante o sindicalista. Ele denuncia que a maioria dos transportadores complementares não tem carteira assinada e evita transportar passageiros como idosos e policiais, que andam de graça nos ônibus. Toda essa situação, de acordo com Divanildo, estaria levando as empresas de ônibus à falência. Táxi-lotação A paralisação dos ônibus na manhã de ontem rendeu alguns reais para os motoristas de táxis que fazem lotação, uma prática proibida em Maceió. Os motoristas de táxis-lotação aproveitaram a situação e ?inflacionaram? o preço da passagem. Geralmente, do Centro para qualquer bairro, os taxistas não cobram mais do que R$ 1,00. Durante a paralisação dos ônibus, o valor cobrado era de R$ 2,00. Algumas pessoas optaram pelo serviço oferecido pelos taxistas e pagaram mais caro para não chegar ao trabalho atrasadas. Outras insistiram em ficar esperando, inclusive dentro dos ônibus, pelo fim do protesto. (FA)