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Nº 5714
Cidades

Polícia prende suspeito de assassinar pecuarista; corpo foi localizado

A Polícia Civil de Alagoas (PC/AL) prendeu, nesta quarta-feira (30), um dos suspeitos de ter matado o pecuarista Djalma Vieira de Araújo, no município de Teotônio Vilela, no interior de Alagoas. As informações apuradas pela Gazeta dão conta de que o homem

Por Rayssa Cavalvante | Edição do dia 01/12/2022 - Matéria atualizada em 01/12/2022 às 04h00

A Polícia Civil de Alagoas (PC/AL) prendeu, nesta quarta-feira (30), um dos suspeitos de ter matado o pecuarista Djalma Vieira de Araújo, no município de Teotônio Vilela, no interior de Alagoas. As informações apuradas pela Gazeta dão conta de que o homem teria sido assassinado devido à dívida de um empréstimo de R$ 15 mil.

Em depoimento, o homem indicou onde o corpo da vítima foi deixado e quais roupas ele estava vestindo, o que permitiu que a Polícia Civil fizesse a localização.

Não foram divulgados detalhes do depoimento nem da motivação do crime. Outras duas pessoas estão sendo procuradas por envolvimento no assassinato do fazendeiro.

Além das roupas, os policiais também encontraram no local um relógio que a vítima usava no dia em que desapareceu. O cadáver foi reconhecido por familiares. Ainda assim, o corpo deve ser submetido à exame de identificação para confirmação oficial, já que se encontra em estado de decomposição.

Os agentes relataram ainda que um dos suspeitos do homicídio, o responsável por fazer o empréstimo, tem aproximadamente 30 anos e pediu a quantia para realizar uma cirurgia. 

Segundo informações da polícia, o pecuarista desapareceu no dia 13 de novembro após receber uma ligação. A última vez que ele foi visto foi na Rua Francisco Timóteo, no Centro de Teotônio Vilela. Após mais de 15 dias, o corpo do pecuarista foi localizado em estado de decomposição, também nesta quarta (30), em uma região de mata situada no próprio município de Teotônio. 

Para a polícia, Djalma não é considerado como um agiota, tendo em vista que concedia empréstimos apenas a conhecidos, sem que se configure, a priori, o crime.

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