Cidades
Lixo hospitalar acumula em postos de sa�de
FÁBIA ASSUMPÇÃO Há mais de 15 dias sem ser recolhidos, sacos cheios de lixo hospitalar estavam ontem abarrotados em uma pequena sala nos fundos do maior posto de saúde de Maceió, o PAM Salgadinho. A situação não era diferente no Posto Odontológico, no Edifício Brêda, assim como em dezenas de unidades de saúde espalhadas pela capital. O problema teve início no final do ano passado, quando a única empresa que faz o recolhimento de lixo hospitalar em Alagoas, a Cinal, suspendeu o serviço porque há seis meses não recebia o pagamento da Secretaria Municipal de Saúde, que acumulou uma dívida de R$ 72,7 mil. No Posto Odontológico, os sacos de lixo estavam ontem acumulados numa pequena área isolada, cheios de seringas, luvas descartáveis, algodões e outros materiais usados nos procedimentos odontológicos. A situação era ainda mais grave no PAM Salgadinho, onde há pelo menos 20 dias o lixo produzido no posto e encaminhado por outras unidades de saúde não vem sendo recolhido. O problema acabou ?estourando? nas mãos do novo secretário municipal de Saúde, João Macário, que garantiu ontem que a situação será normalizada a partir de segunda-feira.