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APARELHOS CELULARES APREENDIDOS EM OPERAÇÃO VÃO SER PERICIADOS
Os celulares apreendidos com os sete presos durante a Operação Propano, realizada nessa terça-feira (14) em Alagoas e Pernambuco, vão ser periciados. A informação foi confirmada pelo delegado Igor Diego, da Divisão Especial de Investigação e Capturas (DEIC). O objetivo da polícia é levantar novas provas que possam ser somadas à investigação.
“Foram apreendidos diversos celulares dessas pessoas. Os aparelhos serão periciados e encaminhados ao Poder Judiciário para comprovar os crimes que elas cometeram”, disse o delegado.
A operação cumpriu 12 mandados de prisão e 19 de busca e apreensão expedidos pela 17ª Vara Criminal da Capital. Duas prisões foram realizadas em Cupira (PE) e as outras cinco em Maceió. Na capital alagoana, a ação se concentrou nos bairros do Clima Bom, Vergel do Lago, Ponta Grossa e Fernão Velho. Também foram cumpridos mandados na cidade de Marechal Deodoro.
“Uma operação realizada de forma integrada, entre as Polícias Civil e Militar do estado, para dar cumprimento a esses mandados. As investigações continuam com o objetivo de localizar esses indivíduos que não foram presos hoje”, completou o delegado.
Os nomes dos alvos não foram divulgados, apenas que os presos são três mulheres e quatro homens. Segundo a polícia, a organização criminosa atuava na prática de tráfico de entorpecentes e comércio ilegal de outras substâncias de uso controlado e homicídios. Com base nas provas técnicas produzidas, a DEIC representou os mandados, que foram expedidos pela 17ª Vara Criminal da Capital.
A operação ganhou o nome de Propano porque os integrantes da organização criminosa tinham ligação com um dos maiores traficantes de Alagoas, morto em 2016 em um confronto com a polícia, conhecido como Eraldo do Gás. O nome Propano foi escolhido pelo fato de o composto químico ser o principal substrato do gás de cozinha.
A Polícia Civil empregou policiais do Tático Integrado de Grupos de Resgates Especiais (TIGRE), da Operação Policial Litorânea Integrada (OPLIT), da Delegacia de Narcóticos (DNARC) e DEIC.
*Com informações do G1AL