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UE instala central de triagem para tentar reduzir superlota��o

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VITÓRIA ALCÂNTARA Somente casos de urgência e emergência serão atendidos na Unidade de Emergência Armando Lages a partir da próxima quinta-feira, dia 20, quando entra em funcionamento a Central de Triagem de Pacientes. A direção da Unidade espera que com a implantação do novo sistema a superlotação registrada na instituição diminua cerca de 30%. De acordo com o diretor-geral da Unidade de Emergência, Marcus Sampaio, isso não significa que as pessoas ficarão sem atendimento. ?Um médico fará a triagem dos pacientes; aqueles que não forem casos de urgência e emergência serão encaminhados aos ambulatórios 24 horas ou Postos de Saúde?, afirma. O diretor destaca que as pessoas precisam ?ter consciência de que quando um médico atende um caso que não é de emergência, está desviando a atenção de quem precisa do atendimento mais rapidamente?, afirma. Todos os pacientes passarão pela triagem, inclusive os provenientes de municípios do interior do Estado. ?Sem o encaminhamento de um médico ou posto de saúde, os pacientes voltam para o município de origem?, ressalta. 24 horas A Central de Triagem da Unidade de Emergência será implantada no dia seguinte à inauguração do Ambulatório 24 Horas Noélia Lessa, que a partir de amanhã começa a funcionar no 1o Centro de Saúde, na Praça das Graças, na Levada. ?Cerca de 40% dos nossos pacientes são de bairros próximos à Unidade ? do Centro ao Pontal. Com a Central de Triagem, pretendemos reduzir esse volume em cerca de 30%?, explica Marcus Sampaio. Além do ambulatório 24 horas, quem precisa de atendimento médico pode recorrer aos quatro minipronto-socorros de Maceió. Eles estão localizados nos bairros do Tabuleiro, Jacintinho, Benedito Bentes e Chã da Jaqueira. Inadequações A implantação da Central de Triagem proporcionará, segundo, Marcus Sampaio, uma adequação de procedimentos. De acordo com ele, com a Central, a Unidade terá dados para denunciar inadequações que sejam cometidas, como por exemplo, pacientes com câncer que precisam recorrer à UE para receber atendimento que deve ser feito de forma integral pelos centros de referência, ou os pacientes que necessitam ficar em UTI e são levados à Unidade sem prévia consulta para saber se há leitos disponíveis. ?Vamos atender esses casos, mas encaminharemos essas inadequações a quem de direito, seja a Secretaria Executiva de Saúde, Ministério Público ou Conselho Regional de Medicina?, afirma Marcus Sampaio.

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