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MONITOR APONTA QUE AL ENFRENTA SECA FRACA NA REGIÃO OESTE

Estado voltou a figurar como uma área de estiagem após seis meses livre do fenômeno

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Imagem ilustrativa da imagem MONITOR APONTA QUE AL ENFRENTA SECA FRACA NA REGIÃO OESTE

O Monitor de Secas, que realiza o acompanhamento contínuo do grau de severidade das secas no Brasil, anunciou que em Alagoas, devido às chuvas abaixo da média nos últimos meses, houve o surgimento da seca fraca no oeste do Estado. Os impactos, no entanto, são de curto prazo, segundo o monitor. A avaliação se refere aos efeitos do período observado no mês de fevereiro. Com essa atualização, Alagoas voltou a figurar como uma área de seca após seis meses livre do fenômeno. O mapa foi divulgado no último dia 13 de fevereiro. De acordo com o Monitor, a indicação de seca fraca, como a registrada no território alagoano, aponta que são áreas com condições de umidade anormalmente baixa, que estão secando e podem, possivelmente, virar áreas de secas. “Entre os impactos estão: veranico de curto prazo diminuindo plantio, crescimento de culturas ou pastagem. Saindo de seca: alguns déficits hídricos prolongados, pastagens ou culturas não completamente recuperadas”, explica. Os resultados do Monitor de Secas também indicam que a seca desapareceu na divisa entre o extremo Oeste baiano e Tocantins, em função da melhora nos indicadores. Já na Região Sudeste, em decorrência da melhora nos indicadores, há um destaque para a atenuação da seca no Triângulo Mineiro e Noroeste de São Paulo, que passou de extrema para grave, além do desaparecimento da seca fraca no Espírito Santo e norte fluminense. Na Região Sul, em função de anomalias negativas de precipitação, houve o aumento da área com seca moderada em grande parte do Rio Grande do Sul e o agravamento da seca no Oeste gaúcho que passou de grave para extrema. Por outro lado, a seca moderada recuou no Norte do Paraná, devido à melhora nos indicadores. Na Região Centro-Oeste, devido às chuvas acima da normalidade em janeiro, houve atenuação da seca no Sudoeste de Mato Grosso do Sul e na divisa entre Goiás e Mato Grosso, que passou de extrema para grave. Pelo mesmo motivo, houve recuo das secas fraca e moderada no Sudoeste e Centro-Leste de Mato Grosso, bem como no leste e Centro goiano. Por outro lado, devido à piora nos indicadores, em Mato Grosso houve agravamento da seca no Oeste, Noroeste e Sul, passando de moderada a grave. Na Região Norte, devido às anomalias negativas de precipitação, houve o agravamento da seca no Norte e Sudeste de Rondônia e no Sudoeste de Amazonas, que passou de moderada a grave. Em contrapartida, devido à melhora nos indicadores, houve diminuição da área com seca moderada no Centro do Amazonas, o desaparecimento da porção de seca fraca na divisa entre Tocantins e Bahia e o abrandamento da seca no Norte tocantinense, que passou de grave (S2) para moderada (S1).

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