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Caso Tony: cobran�as

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DORGIVAL JUNIOR O presidente do Conselho Estadual de Direitos Humanos, Everaldo Patriota, informou ontem que o assassinato do comerciário Tony Herbert será um dos temas discutidos na próxima reunião do Conselho Estadual de Justiça e Segurança ? composto por 20 representantes de entidades e instituições de segurança e da sociedade civil organizada ? que será convocada pelo governador Ronaldo Lessa. ?Vamos saber o porquê de os acusados pelo crime ainda não terem sido identificados e responsabilizados. A cúpula da Secretaria de Defesa Social se comprometeu a investigar o crime?, disse Everaldo Patriota, esclarecendo que a mãe de Tony Herbert, Vera Lúcia procurou a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) logo após o crime, alertando que sua família estava sendo vítima de ameaças. ?Depois deste contato, nenhum outro parente do comerciário nos procurou pedindo proteção?, disse o presidente do Conselho Estadual de Direitos Humanos. Passados quase dois meses do brutal assassinato do comerciário, morto com um tiro na cabeça e vítima de tortura, a polícia ainda não identificou os policiais militares supostamente responsáveis pelo crime, apesar de o comando da corporação já ter enviado ao delegado responsável pelo caso, Carlos Alberto Reis, do 3º DP, a lista com os nomes dos militares que estavam trabalhando no Maceió Fest, na noite em que o comerciário foi preso (21 de novembro) e nunca mais foi visto com vida. O corpo de Tony Herbert foi encontrado no dia seguinte (22 de novembro) num sítio no bairro do Pontal.

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