Cidades
ALAGOAS CONTABILIZA 24 ÓBITOS POR COVID-19 EM 2023, APONTA BOLETIM
Dados apontam que, na última semana epidemiológica, houve registro de 85 novas notificações
O balanço da Covid-19 em Alagoas aponta que, em quase três meses de 2023, o estado registrou 24 óbitos pela doença. De acordo com a última semana epidemiológica - do dia 21 até essa terça-feira (28) - foram duas mortes contabilizadas.
O levantamento mostra ainda que, neste período, houve 85 novas notificações da doença. Ainda segundo o último boletim epidemiológico, que passou a ser emitido uma vez por semana, há 899 casos em investigação.
A Secretaria de Estado da Saúde (Sesau) revelou ainda que Alagoas totaliza, desde o início da pandemia em 2020, 338.033 casos confirmados e 7.250 óbitos pela Covid-19. Ao todo, foram 927.360 casos notificados, sendo 588.428 descartados. O número de pessoas que estão recuperadas da doença chega a 330.252 casos.
O boletim traz ainda a frequência de casos, segundo classificação operacional para Covid-19, e ano de ocorrência - de 2020 a 2023. Os números mostram que o ano de 2021 foi o que apresentou o maior número de casos notificados, chegando a 424.240, assim como os casos confirmados e óbitos: 127.459 e 3.750, respectivamente.
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Sobre 2023, os dados são animadores e apontam que a doença demonstra estar controlada em Alagoas. De janeiro até o dia 28 deste mês, somam-se 13.773 casos notificados; destes, são 1.176 confirmados, 11.698 descartados, o que representa 8,5% e 84,9%, respectivamente.
Os casos confirmados de Síndrome Gripal por COVID-19, segundo sexo demonstram que em 2023 há prevalência entre as mulheres, um percentual de 61,3%, já os homens, 38,7%.
Já quando se trata da Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) os casos confirmados são na maioria entre homens, 52,9%; já as mulheres atingem o percentual de 47,1% neste ano.
Sobre a taxa de incidência acumulada (por 100 mil hab.), de acordo com município de residência, entre 2020 a 2023, Arapiraca, Marechal Deodoro, Pilar, Santana do Ipanema e Quebrangulo lideram, respectivamente, com 17,8 mil; 16,6 mil; 14,9 mil; 13,7 mil e 13, 5 mil.
DADOS NACIONAIS
O Brasil atingiu na última terça-feira (28) a marca de 700 mil vidas perdidas devido à infecção pelo coronavírus. Ao longo da pandemia, os índices de casos e de mortes pela doença apresentaram oscilação, influenciada principalmente pela circulação de novas variantes do vírus.
De acordo com os dados do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass), o país tem um total de 700.239 mortes e 37.258.663 casos da doença desde o início da pandemia em 2020.
O acompanhamento dos indicadores da Covid-19, feito a partir de semanas epidemiológicas, revela que o pior cenário no país foi observado na semana de 4 a 10 de abril de 2021.
Na ocasião, foram registrados 21.141 óbitos semanais e o país contabilizava mais de 351 mil vítimas, de acordo com os dados do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass). O dia com o maior número de mortes foi 8 de abril daquele ano, com um total de 4,2 mil vidas perdidas para a infecção pelo coronavírus.
O acumulado de 700 mil mortes foi atingido quase um ano e meio após o Brasil registrar 600 mil óbitos pela Covid-19, no dia 7 de outubro de 2021. Naquele ano, as marcas de 100 mil mortes foram atualizadas em prazo consideravelmente mais curto.
O contexto epidemiológico atual mostra uma desaceleração no ritmo de mortes no país, devido a causas multifatoriais. Entre elas estão o avanço da vacinação, a aplicação de doses de reforço e a formação da imunidade conferida pela infecção natural pelo vírus.
O dia com o maior número de mortes no Brasil foi 8 de abril de 2021, com um total de 4,2 mil vidas perdidas para a infecção pelo coronavírus. A partir da primeira semana de abril de daquele ano, o número de óbitos no Brasil entrou em tendência de queda – o momento coincide com a maior disponibilidade de doses contra a doença no país.
Foram apresentados aumentos ligeiros em junho de 2021 e fevereiro de 2022, mas com índices substancialmente inferiores aos comparados com o recorde da pandemia.