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Nº 5756
Cidades

Novo juiz vai decidir sobre pris�o de pitboy

DORGIVAL JUNIOR Com o fim do recesso do Judiciário, a decisão sobre a possível revogação da prisão preventiva do lutador de jiu-jítsu Thiago Lira (acusado de agredir o universitário Felipe Vasconcelos, na madrugada do dia 20 de janeiro, numa boate no St

Por | Edição do dia 02/02/2005 - Matéria atualizada em 02/02/2005 às 00h00

DORGIVAL JUNIOR Com o fim do recesso do Judiciário, a decisão sobre a possível revogação da prisão preventiva do lutador de jiu-jítsu Thiago Lira (acusado de agredir o universitário Felipe Vasconcelos, na madrugada do dia 20 de janeiro, numa boate no Stella Maris), foi transferida para o juiz da 9ª Vara Criminal, José Braga Neto. O magistrado, que também responde pela Comarca de São José da Laje, provavelmente só terá acesso ao processo amanhã ou sexta-feira, quando retorna do interior para Maceió. Thiago Lira teve a prisão preventiva decretada pelo juiz plantonista – titular do 8º Juizado Especial Cível e Criminal da Capital, Ricardo Jorge Cavalcanti, no último dia 23. O advogado de defesa do acusado, Welton Roberto, avisou que o lutador só vai se apresentar se não for preso. “Ele só volta para Alagoas depois da prisão preventiva revogada”, disse o advogado. Welton Roberto impetrou, semana passada, um pedido de revogação da prisão preventiva perante o juiz plantonista Ricardo Cavalcanti. Nas vistas do processo no Ministério Público Estadual, o parecer, domingo passado, foi favorável à revogação da preventiva. De acordo com o advogado do acusado, a promotora titular da 4ª Vara Criminal de Competência Não-Privativa da Capital, Marluce Falcão, constatou que não há elementos para a prisão preventiva do acusado. Welton Roberto disse ainda que o setor de distribuição de processos do Fórum Desembargador Jairon Maia Fernandes, no Barro Duro, “cometeu um equívoco” ao enviar o processo para um juiz da Vara do Júri. “Não se trata de um crime de homicídio doloso. Trata-se de uma acusação de lesão corporal. Ao tomar conhecimento do processo, o juiz pode expedir despacho enviando o processo novamente para a distribuição, para que ele seja encaminhado a uma Vara Comum”, alertou o advogado de Thiago Lira. O acusado chegou a marcar três apresentações ao delegado que preside o inquérito, Dalmo Lopes, mas não compareceu à unidade policial, já que sua prisão preventiva foi decretada.

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