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MACEIÓ OCUPA 4º LUGAR ENTRE CIDADES QUE MAIS REDUZIRAM PERDAS DE ÁGUA

Em 6 anos, desperdício de água no Brasil cresceu 3,6%, aponta estudo do Instituto Trata Brasil

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Acompanhar o uso das reservas de água potável e como chega com qualidade na casa dos brasileiros é a missão do Instituto Trata Brasil. Com base em dados a situação é verificada em nível nacional. Conforme o último relatório divulgado, a capital Maceió aparece em 4° lugar no ranking das vinte maiores cidades que conseguiram combater o desperdício de água das estações até as torneiras. Quando o primeiro levantamento foi feito, em 2017 o Índice de Perdas na Distribuição da capital era de 51,17. No ano seguinte 2018 aumentou para 61,18 e caiu para 51,19 em 2019, mas voltou a subir em 2020 registrando 59,67. A melhor posição que colocou a cidade em destaque foi obtida há dois anos, em 2021 com o registro de 41,09 a menor perda da série de IN049 o que garantiu uma evolução de 16% no combate ao desperdício na média histórica. Maceió está abaixo da cidade pernambucana de Paulista que em cinco anos conseguiu sair de uma perda de 67,59 em 207 para 45,97 em 2021. A redução, porém, a deixou abaixo da 2° colocada que foi a cidade de Nova Iguaçu, no Rio de Janeiro. Ela saiu de uma perda de água em 2017 de 42,66 para 7,9 em 2021.

META

Em termos ilustrativos, o que deixou de ser desperdício corresponde a 128 piscina olímpicas diárias, em todo Estado. Isto é suficiente para atender mais de meio milhão de pessoas com água potável.

A meta das cidades é se aproximar dos 25% de perdas toleráveis no país conforme prevê a meta até 2034 a Portaria 409/2021. Até o momento quem mais se aproximou dessa realidade foi a cidade de Cariacica no Espírito Santo com que registou em 2021 um índice de perda de 24,46 com uma evolução no combate nos últimos cinco anos de -35,19% de água não faturada. Ou seja, que chegou a casa do consumidor e foi custeada. Se por um lado na capital foram tomadas providências, quando o índice leva em conta o desperdício em todo o Estado estamos distantes da média tolerável que é de 40,25%. O levantamento apontou que nos últimos cinco anos os alagoanos deixaram de ter em suas torneiras 46,94%. Na realidade algo equivalente a 429 litros por ligação/dia, também acima da média nacional.

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