loading-icon
MIX 98.3
NO AR | MACEIÓ

Mix FM

98.3
sábado, 25/07/2026 | Ano | Nº 6275
Maceió, AL
26° Tempo
Logo Gazeta de Alagoas Logo Gazeta de Alagoas
Home > Cidades

Saúde

APOSENTADA AFIRMA QUE HGE SALVOU SUA VIDA POR NOVE VEZES

Agora, Ivanilde Ferreira de Araújo, de 65 anos, está internada com doenças que exigem a atuação de profissionais especializados

Ouvir
Compartilhar
Para a aposentada, o HGE se tornou uma unidade muito responsável e eficiente
Para a aposentada, o HGE se tornou uma unidade muito responsável e eficiente -

A aposentada Ivanilde Ferreira de Araújo, de 65 anos, está internada na Unidade de Dor Torácica (UDT) do Hospital Geral do Estado (HGE), em Maceió, com doença arterial coronariana, pneumonia e insuficiência renal crônica desde o último dia 30 de outubro. Grata pelo atendimento recebido, ela afirma que por nove vezes teve a sua vida salva pelos servidores da maior unidade hospitalar de Alagoas.

“Se não existisse o HGE, eu não estaria mais aqui. Eu não tenho condições de pagar por um hospital privado, então eu sou dependente do SUS [Sistema Único de Saúde]. Todas as vezes que precisei do HGE, desde o tempo da Unidade de Emergência, eu fui assistida. A diferença é que tudo evoluiu e a unidade está mais confortável, acessível. Tenho fé que esta será a décima vez que voltarei para casa”, disse a idosa, que reside no Village Campestre II, bairro da capital alagoana.

Distraindo-se com o lápis de cor que ganhou durante o internamento, ela conta que uma forte emoção foi a responsável pelo seu retorno à maior unidade de Urgência e Emergência do Estado. É que ela viajou para a casa de sua filha, localizada em Maragogi, no Litoral Norte, e, quando viu toda a família reunida, em um cenário que remeteu ao seu passado, não conseguiu conter as lágrimas e sentiu-se mal.

“Fiquei com falta de ar e com uma dor intensa no peito. Levaram-me para a UPA [Unidade de Pronto Atendimento] de Maragogi, onde fui medicada e voltei para a casa da minha filha quando me senti melhor. Mas, pouco tempo depois, voltou tudo de novo. Voltei para a mesma UPA, mas dessa vez decidiram que eu deveria ir ao Hospital Regional do Norte, de onde fui transferida para o HGE”, recordou a matriarca.

Shorts Youtube
Play
Joalheiria é alvo de assalto em plena luz do dia em Teotônio Vilela

Joalheiria é alvo de assalto em plena luz do dia em Teotônio Vilela

Play
Prefeitura remove embarcações e objetos abandonados na orla da Pajuçara

Prefeitura remove embarcações e objetos abandonados na orla da Pajuçara

Play
Operação prende suspeito de tráfico de drogas em Arapiraca

Operação prende suspeito de tráfico de drogas em Arapiraca

Play
Polícia inicia 6ª fase da Operação Cerco Fechado

Polícia inicia 6ª fase da Operação Cerco Fechado

Play
Ação da Semsc remove embarcações e objetos abandonados na orla da Pajuçara

Ação da Semsc remove embarcações e objetos abandonados na orla da Pajuçara

Ivanilde é solteira, tem três filhos, quatro netos e quatro bisnetos. Ela sustentou a sua família trabalhando como costureira. A sua jornada de dedicação à família, somada à falta de oportunidade para manter uma regularidade de acompanhamento médico, bem como com o cumprimento das recomendações após a consulta, contribuiu para que hoje ela tenha como comorbidades a obesidade, o diabetes e a hipertensão.

“Eu já fui admitida três vezes com infarto, cheguei aqui outras três vezes com falta de ar, quebrei a minha perna direita e trataram ela, descobri que tinha um mioma após forte sangramento e me encaminharam ao serviço especializado e me tratei de uma bactéria que infectou o meu pé. Eu posso dizer que conheço os avanços desse hospital porque eu vivi cada um deles. Está um milhão de vezes melhor”, afirmou a aposentada.

Ainda não existe previsão de alta médica para Ivanilde, uma vez que o seu quadro de saúde inspira muitos cuidados, os quais estão sendo executados pela equipe multidisciplinar. Além disso, as equipes médicas de cardiologistas, nefrologistas e clínico geral estudam a melhor conduta para o retorno seguro para casa. A expectativa de Ivanilde é que isso aconteça o mais breve possível, mas, caso demore, ela enfatiza que está muito bem no HGE e não está apressada.

“Eu sei que se eu sair provavelmente voltarei, porque eu tenho doenças crônicas, que não tem cura, só tratamento para o controle, que nem sempre consigo domar. Mas, tudo bem! É preciso sempre agradecer por tudo. Por isso, muito obrigada aos médicos, aos enfermeiros, aos técnicos de enfermagem, aos nutricionistas, aos fisioterapeutas, às assistentes sociais, às psicólogas, ao pessoal da limpeza, à técnica de enfermagem Claridce Menezes que tanto reza comigo nos fins de tarde, a todo mundo que vem me tratando muito bem, fazendo com que eu me sinta confiante, segura, animada, acolhida e amada”, declarou a paciente.

Relacionadas