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AL tenta amenizar a superlota��o

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| REGINA CARVALHO Repórter Com um déficit de mais de mil vagas no sistema prisional de Alagoas, o Presídio Rubens Quintella Cavalcante, inaugurado ontem no prédio onde funcionava o São Leonardo, vai acolher por volta de 300 presos. A iniciativa apenas ameniza a superlotação, mas não resolve o problema, segundo o secretário extraordinário de ressocialização, Valter Gama. ?Ainda não vamos resolver o problema da superlotação. O ideal seria a construção de mais presídios?, destacou o secretário. O presídio Cirydião Durval conta atualmente com 711 presos, entretanto sua capacidade é para 320. Parte deles será remanejada para o Rubens Quintella. O São Leonardo - um prédio ao lado da nova unidade - está com 131 presos, mas a capacidade é de 100. ?Com o aumento da população e da violência, é fundamental haver mais locais para receber os presos?, disse Gama. PRESOS PROVISÓRIOS Concluído após oito meses de reforma, realizada pelo Serviço de Engenharia do Estado de Alagoas (Serveal), o presídio Rubens Quintella Cavalcante vai receber presos provisórios. As secretarias de Ressocialização e de Defesa Social não deram informações sobre o custo da obra. Novidade O presídio está localizado onde funcionou por 39 anos o Estabelecimento Prisional São Leonardo e também a Colônia Agro-industrial São Leonardo. A grande novidade, segundo o secretário Valter Gama, é a criação de ambulatório do Sistema Único de Saúde (SUS) para atender à população carcerária. Além disso, a assessoria da Secretaria de Ressocialização informou que os agentes penitenciários que atuarão no presídio Rubens Quintella receberam treinamento. ?Todos passaram pela Academia da Polícia Civil. É a primeira vez que um presídio tem 100% dos agentes treinados?, destacou Gama. QUINTELLA Mesmo debilitado, Rubens Quintella, que durante dois anos atuou como secretário de Justiça de Alagoas, compareceu à solenidade de inauguração do presídio que leva seu nome. ?O reeducando é uma pessoa desvalida. É preciso resgatar a cidadania desse pessoal?, disse o ex-secretário Rubens Quintella.

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