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Nº 5713
Cidades

Estudantes querem evitar fim do curso de l�nguas

Uma comissão de alunos do Instituto de Línguas do Centro Educacional Antônio Gomes de Barros (Ceagb) e membros da Federação dos Grêmios Estudantis de Alagoas (Fegreal) estiveram, ontem, na sede da Secretaria de Estado da Educação (SEE), para protestar con

Por | Edição do dia 03/05/2002 - Matéria atualizada em 03/05/2002 às 00h00

Uma comissão de alunos do Instituto de Línguas do Centro Educacional Antônio Gomes de Barros (Ceagb) e membros da Federação dos Grêmios Estudantis de Alagoas (Fegreal) estiveram, ontem, na sede da Secretaria de Estado da Educação (SEE), para protestar contra a decisão da secretaria de fechar o instituto para os alunos e apenas utilizá-lo para cursos de capacitação aos professores da rede estadual de ensino. “Essa decisão afeta diretamente os alunos, que ficarão sem a possibilidade de aprender uma língua estrangeira, pois os cursos que existem por aí são muito caros”, disse Luciano Nascimento, que estuda no instituto há dois anos. Os alunos alegam que o Instituto de Línguas foi aberto para eles e não para os professores e não é justo que a secretaria tome uma decisão como essa. “Por que o Estado não coloca os professores para realizar seus cursos no Centro de Treinamento do Magistério (CTM), que foi reformado e já está todo equipado, mas continua sem funcionar?”, questionou. Hoje, o instituto possui cerca de 900 alunos e oferece cursos de Português, Inglês, Espanhol e Francês. “Se os estudantes forem pagar uma escola de línguas, vão ter de gastar uma fortuna e ninguém tem condições para isso”, observou Marcos Calheiros, representante da Fegreal. O secretário de Educação, Marcos Vieira, reuniu-se com a comissão e confirmou que os alunos que estão estudando vão terminar seus cursos, mas não serão matriculados alunos para novas turmas. Segundo o secretário, a medida foi tomada porque os professores da rede estadual necessitam fazer cursos de capacitação. Ele garantiu, ainda, que a secretaria não vai fechar as portas para os alunos. “Vamos arranjar outro espaço para que eles possam estudar. Talvez façamos convênios com a Universidade Federal de Alagoas (Ufal), dependendo da disponibilidade desta instituição”, finalizou Marcos Vieira.

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