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Greve no servi�o federal tem refor�o

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Mais categorias de servidores estão aderindo ao movimento nacional de paralisação do serviço público federal. Depois dos funcionários do INSS, ministérios da Agricultura e Fazenda, Delegacia Regional do Trabalho, Funasa e Funai, hoje pode ser a vez do pessoal do Ibama e do Incra. Esses servidores, que estão em estado de greve, reúnem-se agora pela manhã para decidir se também cruzam os braços. Com isso, aumenta para oito o número de órgãos públicos a aderir ao movimento paredista nacional. Segundo o presidente do Sindicato dos Trabalhadores do Serviço Público Federal, Jogelson Vera, é crescente o nível de insatisfação de todo funcionalismo, principalmente, com a falta de proposta do governo quanto às reivindicações de natureza salarial. Além de reajuste dos salários, as categorias querem reestruturação do quadro de carreira, melhores condições de trabalho e concurso público. População prejudicada Enquanto espera o fim da greve, a população enfrenta os prejuízos que a interrupção das atividades provoca. Em alguns casos, os danos diretos são mínimos, quase inexistentes. Mas há órgãos, como o Instituto Nacional de Seguridade Social, em que uma greve resulta em transtornos graves para muita gente. Para minimizar esses prejuízos, a direção do Instituto tem adotado medidas destinadas a garantir alguns serviços como perícias médicas e solicitação de auxílio-doença. Como é feito por meio da rede bancária, o pagamento dos benefícios como: aposentadorias e pensões não foi interrompido. Balanço da greve Em Alagoas, o quadro da greve divulgado pela Federação Nacional dos Servidores da Previdência e da Saúde (Fenasps) revela que a paralisação atinge 100% das unidades em Maceió e 90% no interior. Na impossibilidade de realização da perícia, o exame será remarcado após o fim da greve. A direção do Instituto garante que os trabalhadores que já estão em auxílio-doença não terão o pagamento suspenso, nos casos em que a perícia médica não for feita por causa da greve. Já os que não puderam requerer o auxílio, receberão pagamento retroativo. Os demais benefícios, como aposentadorias, pensão por morte e salário-maternidade, também terão o prazo para requerimento prorrogado, desde que o trabalhador comprove que alcançou todas as condições para requerer o benefício durante a paralisação. Alguns serviços, como: inscrição de contribuintes, requerimento de auxílio-doença, salário-maternidade e pensão por morte podem ser obtidos pelo site da Previdência (www.previdencia.gov.br). |BL

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