loading-icon
MIX 98.3
NO AR | MACEIÓ

Mix FM

98.3
quinta-feira, 06/08/2026 | Ano | Nº 6283
Maceió, AL
24° Tempo
Logo Gazeta de Alagoas Logo Gazeta de Alagoas
Home > Cidades

Cidades

Governo come�a a lotear �rea para construir casas populares

Ouvir
Compartilhar

Bleine Oliveira Repórter A Agência Estadual de Habitação e Urbanismo iniciou ontem a marcação dos lotes em que será dividida a área da Cidade de Lona, acampamento de sem-teto localizado no Tabuleiro do Martins, próximo ao Conjunto Eustáquio Gomes. Com essa medida começa o trabalho para urbanização do acampamento onde vivem mais de 800 famílias. O diretor-presidente da Agência, Afrânio Manoel Vergetti, disse ontem que, concluída a marcação das futuras casas, começa a coleta de dados para composição do cadastro socioeconômico dos moradores da Cidade de Lona. A previsão dele é de que em 15 dias seja concluído todo o trabalho de cadastramento. Isso não significa que as obras serão imediatamente iniciadas. O governo do Estado, revela Afrânio Manoel, aguarda resposta do governo federal para o pedido de recursos que encaminhou ao Ministério das Cidades. Se for aprovado, Alagoas receberá verbas do Programa de Subsídio à Habitação de Interesse Social (PSH). Criado pelo governo Lula, o programa é destinado à população de baixa renda por meio da concessão de subsídios. As comunidades são beneficiadas em grupos organizados pelo governo estadual ou municipal, mas é o próprio morador que assina o contrato de crédito habitacional junto às instituições financeiras habilitadas a operar no programa. A previsão da Agência de Habitação é de que até o final deste ano as obras possam ser iniciadas. SONHO MAIS REAL Mais próximas do sonho de ter a casa própria, numa área urbanizada, estão as 251 famílias da favela denominada Vila Emater, no bairro de Jacarecica. Aqueles moradores já têm assegurados R$ 2,2 milhões para execução do projeto de urbanização e o terreno doado pelo governo do Estado. Os recursos são do Programa Crédito Solidário, também do governo federal, e serão liberados pela Caixa Econômica Federal. A comunidade também recebeu do governo estadual a área para construção das casas. Hoje, Afrânio Manoel Vergetti e Ana Lúcia Menezes, coordenadora da ONG São Bartolomeu, que organizou os moradores e elaborou o projeto da Vila Emater, vão à superintendência da Caixa definir as primeiras providências para o início das obras.

Relacionadas