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Munic�pios discutem problemas urbanos

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| CARLA SERQUEIRA Repórter Rio Largo - Representantes de todas as cidades alagoanas, desde o dia14 de julho, vêm se reunindo para formular propostas de melhorias para os municípios. Eles participam da 2ª Conferência Estadual das Cidades, evento que ocorre em todo o país com o objetivo de traçar as políticas públicas que vão nortear os trabalhos do Ministério das Cidades. Os 102 municípios se dividiram em cinco regiões: Agreste, Sertão, Norte, e regiões central e metropolitana. No último dia 14 os trabalhos foram sediados em Penedo; no dia 21, em Santana do Ipanema; em 28 de julho, em União dos Palmares; no dia 2 de agosto, em São Miguel dos Campos e, ontem, em Rio Largo, onde estiveram reunidas, entre pesquisadores, representantes sindicais, gestores, empresários e movimentos populares, cerca de 300 pessoas. As propostas aprovadas em cada cidade irão basear as discussões, nos dias 29 e 30 de agosto, na Conferência Estadual, a ser realizada no Centro de Estudos e Pesquisas Aplicadas (Cepa), em Maceió. As resoluções votadas na Conferência Estadual de Alagoas vão seguir como propostas para a Conferência Nacional das Cidades, marcada para os dias 30 de novembro e 1, 2 e 3 de dezembro, em Brasília. Para o secretário Estadual das Regiões Administrativas, Alberto Sextafeira, a Conferência das Cidades consolida a participação da população nos destinos dos municípios. ?É uma nova forma de gestão, uma nova forma de encarar os problemas enfrentados pelos moradores das cidades?, define. Maria de Fátima Acioly de Castro participou da primeira Conferência, em 2003. Ontem, em Rio Largo, ela discutia o tema Política Urbana Regional e Metropolitana. ?Precisamos encontrar alternativas para que a desigualdade entre as cidades seja minimizada. É fundamental que a vocação de cada município, como artesanato e turismo, seja valorizada e ofereça oportunidades de emprego?, opina, cobrando que haja uma melhor divulgação dos resultados da conferência. ?Não sabemos se as propostas de 2003 foram acatadas pelo Ministério [das Cidades]?, critica.

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