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Nº 5751
Cidades

Procuradores far�o assembl�ia para discutir defasagem salarial

O presidente da Associação dos Procuradores do Estado, Omar Coelho de Mello, revelou, ontem, que a categoria está revoltada com a baixa remuneração salarial concedida pelo governo do Estado e que vai realizar uma assembléia geral para discutir o assunto e

Por | Edição do dia 08/05/2002 - Matéria atualizada em 08/05/2002 às 00h00

O presidente da Associação dos Procuradores do Estado, Omar Coelho de Mello, revelou, ontem, que a categoria está revoltada com a baixa remuneração salarial concedida pelo governo do Estado e que vai realizar uma assembléia geral para discutir o assunto e levantar propostas que serão apresentadas ao governador Ronaldo Lessa. “Esperamos a participação de toda a categoria”, convocou. Segundo suas informações, a Procuradoria Geral do Estado mantém nomeados, em atividade, apenas 42 profissionais. Treze procuradores já se desligaram do órgão em função dos baixos salários. Segundo Omar Coelho, o órgão está a cada dia perdendo um número considerável de profissionais competentes e dedicados. “É injusto remunerar mal profissionais que trabalham para garantir a legalidade no Estado”, enfatizou. Omar Coelho salientou que o governo do Estado chegou até a oferecer, em dezembro passado, um aumento salarial à categoria, mas até o momento não implantou o reajuste, agravando o clima de insatisfação por parte dos profissionais da PGE. “A categoria está há oito anos sem direito a reajuste salarial, somente esperando uma posição do governo”, enfatizou. Remuneração Na tentativa de melhorar a remuneração da categoria, o presidente da associação disse que está tentando negociar com o governo do Estado o pagamento da perda salarial ocorrida no período de 92 a 94. “O Ministério Público, bem como a magistratura, já receberam todos os seus direitos, faltando apenas a Procuradoria Geral do Estado”, ressaltou. Mesmo diante da baixa remuneração, Omar enfatizou que a associação continuará trabalhando com ênfase, inclusive, denunciando qualquer tipo de arbitrariedade ou ilegalidade cometida pela administração pública. “Não podemos deixar que haja irregularidades na administração pública, que somente causam prejuízos a todos”, finalizou.

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