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Ato cobra a��o para evitar novas mortes

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| BLEINE OLIVEIRA Repórter Familiares e amigos do estudantes Guilherme Magalhães Cabral, morto aos 23 anos por assaltantes na noite do último dia 2, dedicado a Finados, participam hoje de uma solenidade religiosa em sua memória. Todos se reúnem numa missa, marcada para as 18h, na Igreja de São Pedro, na Ponta Verde. O ato será marcado também por manifestações contra a violência e pela cobrança de ações e políticas públicas destinadas a evitar que outros sejam vítimas e morram de forma bárbara, como ocorreu com o estudante. Foragidos Dois dos acusados pelo assassinato de Guilherme estão presos e outros dois, já com prisão preventiva decretada, foragidos. O diretor-adjunto da Polícia Civil, delegado Roberto Lisboa, disse ontem que todas as providências estão sendo adotadas para prendê-los. Por se tratar de latrocínio (matar para roubar), que é crime hediondo, o presidente do inquérito, delegado Waldor Coimbra Lou, tem 30 dias para remetê-lo à Justiça, com as conclusões da investigação. Estão presos João Tenório Gomes, 34 anos, dono do lava-jato ?Carro Limpo?, e Ednilton Alexandre dos Santos, 23 anos, que teria disparado os dois tiros que mataram o estudante. ?Temos a confissão de latrocínio, resta agora prender os foragidos e remeter o inquérito à Justiça?, afirma Roberto Lisboa. Segundo ele, a suspeita de que um policial civil teria envolvimento com a quadrilha acusada de ter matado o estudante está sendo investigada. O acusado João Tenório nega que o policial tenha participação no assalto e na morte de Guilherme, mas a polícia investiga o tipo de relação que ele mantinha com o grupo e se sabia que o estudante fora assassinado.

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