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Cidades

Vendedores driblam pol�cia e voltam a vender CDs piratas

| REGINA CARVALHO Repórter Dois dias após a Operação Pirata, desencadeada pela Polícia Federal (PF) em Alagoas, produtos pirateados continuavam sendo comercializados livremente, ontem, em trechos da Feira do Rato, na Levada, e na Rua do Livramento, cent

Por | Edição do dia 10/12/2005 - Matéria atualizada em 10/12/2005 às 00h00

| REGINA CARVALHO Repórter Dois dias após a Operação Pirata, desencadeada pela Polícia Federal (PF) em Alagoas, produtos pirateados continuavam sendo comercializados livremente, ontem, em trechos da Feira do Rato, na Levada, e na Rua do Livramento, centro de Maceió. Na última quarta-feira agentes federais apreenderam quase 250 mil CDs e DVDs, que ainda estão no pátio da Superintendência da PF, no bairro de Jaraguá. Nos locais que receberam a “visita” da PF, os vendedores de CDs e DVDs piratas preferem não falar com a imprensa. A maioria dos pontos continua fechada, mas em diversos trechos do Centro bancas repletas de produtos e uma loja continuam funcionando normalmente. O chefe da Delegacia de Repressão aos Crimes Fazendários, delegado José Washington dos Santos, informou que a Operação Pirata deve continuar. Apesar de considerar o resultado do trabalho da PF positivo, ele admite que um dia apenas de apreensões não seria suficiente para coibir a comercialização do produto pirateado. “Será feita uma programação para continuar esse trabalho. A gente não ia acabar de uma vez por todas com todos os pontos- de-venda dos produtos piratas”, ressaltou o delegado. De acordo com José Washington, não adiantaria efetuar prisões em Alagoas, porque o grande alvo da Operação Pirata é o fornecedor dos produtos. A única prisão foi a de Luís Marcos, por causa da conexão feita entre Maceió e Caruaru. “Ele é considerado um dos principais fornecedores em Maceió”, relata Washington. Com a apreensão do material, na última quarta-feira, as poucas lojas que vendem o produto original comemoram o aumento das vendas. Uma delas pertence a Severino Martins. “O que tenho é na honestidade. Sem dúvida aumentou a procura pelos CDs que vendo”, afirma.

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