Cidades
Acidente mata promotora e motorista
GILVAN FERREIRA Repórter A promotora de justiça Carolina Luna Martinez Murta, 28, morreu ontem em um acidente, envolvendo três veículos, em um trecho da BR-104, próxima à entrada na Mata do Rolo, em Rio Largo. Também morreu no acidente José Valmir Oliveira Souza, que conduzia o veículo da promotora, uma picape Suzuki, placa MUV 6003. Segundo testemunhas do acidente, que aconteceu por volta das 17h30, o motorista que acompanhava a promotora, José Valmir Oliveira, 36, perdeu o controle depois de passar sobre britas jogadas na rodovia, ?rodou? e se chocou com um ônibus da Viação Tropical, placa KMY 3738, e bateu de frente com a caminhonente D-20, placa LHG 2164, de Joaquim Gomes, conduzida pelo motorista Severino de Almeida, que ficou ferido e foi levado para o hospital de Pronto-Socorro, mas não apresentava sinais de gravidade. O motorista faz a linha Joaquim Gomes/Maceió. Segundo informações, a promotora voltava de Pernambuco e se dirigia para o seu apartamento na Ponta Verde, em Maceió. O corpo de Carolina Murta foi levado para o Instituto Médico Legal (IML) Estácio de Lima. O esposo estava sendo aguardado para decidir se o corpo ia ser sepultado em São Paulo ou em Maceió. Pernambuco Segundo os paramédicos do Corpo de Bombeiros, a promotora Carolina Murta teve morte instantânea (ela teria quebrado o pesçoco com o impacto do choque do veículo). Ela era natural de São Paulo, mas morava em Alagoas desde que foi aprovada no concurso para delegada da Polícia Civil. Ela deixou o cargo depois de ter sido aprovada para o cargo de promotora em Pernambuco. Atualmente, Carolina Murta atuava como promotora nos municípios e São José do Belomonte e Tabira, no alto sertão de Pernambuco. Os patrulheiros da Polícia Rodoviária Federal (PRF) e policiais civis isolaram a àrea até a chegada do Instituto de Criminalística e do IML. Os patrulheiros federais evitaram apontar as possivéis causas e os responsáveis pelo acidente. O delegado de Rio Largo, Marcílio Barenco, vai abrir inquérito para apurar o acidente que provocou um engarrafamento de mais de três quilômetros. A área foi isolada por patrulheiros da Polícia Rodoviária federal (PRF) e policiais civis da Delegacia de Rio Largo, que iniciaram as primeiras investigações.