loading-icon
MIX 98.3
NO AR | MACEIÓ

Mix FM

98.3
quarta-feira, 05/08/2026 | Ano | Nº 6282
Maceió, AL
24° Tempo
Logo Gazeta de Alagoas Logo Gazeta de Alagoas
Home > Cidades

Cidades

Compra de material escolar exige pesquisa

Ouvir
Compartilhar

FÁBIA ASSUMPÇÃO CARLA SERQUEIRA Repórteres Para quem vai comprar material escolar este ano, a hora é de comparar preços. Em anos anteriores, o Procon já registrou variação de até 400% no valor de um mesmo produto e marca, comercializado em locais diferentes de Maceió. A diretora do Procon de Alagoas, Wedna Miranda, diz que ?a pesquisa de preços sempre traz lucro para o consumidor?. Na próxima semana, o órgão deve divulgar o resultado de uma pesquisa que está realizando nos estabelecimentos comerciais mais conhecidos da cidade. ?Sempre há uma alteração de preço, mas varia muito. Geralmente o valor de um produto dispara de acordo com a valorização que a matéria-prima recebeu durante o ano que passou?, explica. Em fevereiro de 2002, um acordo foi fechado entre o Procon e a Federação dos Estabelecimentos de Ensino Particular de Alagoas, estabelecendo quais produtos podem e quais não podem ser exigidos pela escola, na hora da matrícula (veja quadro ao lado). ?A escola só pode solicitar aos pais de alunos material pedagógico e didático. Pedir material de uso administrativo ou de limpeza é terminantemente proibido?, afirma a diretora do Procon. materiais proibidos A diretora-adjunta do Procon, Roseane Gomes, orienta os pais de alunos a procurar afixado nas escolas ou na sede do órgão - na Rua Cincinato Pinto, Centro, um cartaz com a lista do material que não pode ser exigido pela instituição de ensino. A lista pode ser vista ainda no site do Procon (www.procon.al.gov.br). Roseane explica que em dezembro de 2004, o acordo entre o Procon e a Federação das Escolas Particulares foi modificado e alguns produtos, como disquetes, papel ofício e TNT (Tecido Não Tecido) foram incluídos na lista que as escolas podem pedir aos pais na matrícula. ?Depois de uma análise do setor jurídico do Procon?, disse ela, ?foi estabelecido autorização para que as escolas pudessem solicitar esses materiais, desde que promovam avanços no processo de aprendizagem, metodologia pedagógica e desenvolvimento tecnológico do ensino?, explicou Roseane. As resmas de papel ofício, de acordo com a diretora do Procon, Wedna Miranda, só podem ser solicitadas por aquelas escolas que adotam as próprias apostilas no lugar de livros. Roseane Gomes explicou ainda que as escolas não podem fornecer lista com indicações de pontos de venda do material e alerta para os pais buscarem a melhor forma de pagamento. Entre os materiais que não podem ser exigidos estão o álcool hidrogenado, algodão, bolas de sopro, canetas para lousa, copos descartáveis, cordão, creme dental, grampeadores, lenços descartáveis, medicamentos, papel higiênico. E ainda elastex, esponja para pratos, estêncil a álcool e óleo, fitas para impressora, fitas decorativas, fitilhos, papel-convite, ofício colorido, para impressoras, para copiadoas, de enrolar balas, pegador de roupas, plásticos para classificador, sabonetes, talheres descartáveis e tonner. Nas lojas da capital, o movimento ainda é pouco. A gerente de uma delas, Josinete Gomes, afirma que o movimento deve aumentar na próxima semana. Nas prateleiras, cadernos, lápis, canetas e bolsas escolares já ganharam lugar de destaque. ?Só não vendemos livros? avisa, confiante no diferencial que oferece: parcelamento em até 6 vezes e aceitação de cheques.

Relacionadas