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Obras em Alagoas come�am pela BR-101

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| NIVIANE RODRIGUES Repórter Três frentes de serviço iniciaram ontem pela manhã as obras de tapa-buraco e recapeamento na BR-101, em Alagoas. Os trabalhos se concentraram no Km 101, no entroncamento entre o município de Pilar e a BR-316; no Km 10, em Novo Lino, na divisa entre Alagoas e Pernambuco e no Km 192, em Junqueiro. A operação vai atingir 253,4 Km da BR-101, estendendo-se até o município de Porto Real do Colégio, na divisa com Sergipe, onde os trabalhos devem começar até o final de maio. Dos R$ 5 milhões 465 mil liberados pelo governo federal para Alagoas, R$ 3 milhões 40 mil serão investidos na recuperação da BR-101. Segundo o engenheiro Carlos Manoel Melo, supervisor da Unidade local 1 do Departamento Nacional de Infra-estrutura de Transporte (DNIT) em Alagoas, a operação vai eliminar os pontos considerados mais críticos das rodovias federais, ?eliminando a oscilação, melhorando a trafegabilidade e dando conforto ao usuário?. Pontos críticOs O engenheiro lembra que a última grande intervenção na BR-101 ocorreu há cerca de três anos, no percurso que vai de Messias a Junqueiro. ?Nessa rodovia, os pontos mais críticos são o trecho que vai do Km 0 ao Km 78, na divisa de Pernambuco até Messias e o Km 201, do município de São Sebastião até a divisa com Sergipe. Nesses trechos faremos recapeamentos localizados, onde há maior deformidade da rodovia?, revela Manoel Melo. Três construtoras são responsáveis pelas obras, cujas contratações já haviam sido realizadas: Delta, do Rio de Janeiro, LP Pereira e Cobra, de Alagoas. A previsão do DNIT é de que os trabalhos nas quatro rodovias federais em Alagoas sejam concluídos até junho. Além de tapa-buracos, a operação inclui ainda restauração de pavimento, recuperação de pontes e de sinalizações, uma das principais reclamações de motoristas e de moradores de povoados às margens dessas rodovias. Em Alagoas, além da BR-101, o Programa Emergencial de Trafegabilidade e Segurança nas Estradas do governo federal vai se estender às BRs-316, 110 e 424, num total de 450 quilômetros de rodovia. Na BR-316, segundo o coordenador do DNIT no Estado, Helder Rebêlo, os trabalhos começam em dois meses. Nesta rodovia, a operação vai de Palmeira dos Índios, no Km 154, ao povoado Carié, no Km 49, entrocamento com a BR-423, que é considerado pelo DNIT o ponto mais crítico da rodovia. O volume de recursos empregados neste trecho será de R$ 2 milhões 80 mil. Já para a BR-424, no Pólo Cloroquímico de Marechal Deodoro, foram liberados R$ 260 mil e para a BR-110, na divisa de Alagoas com Paulo Afonso (BA), R$ 85 mil. A BR-316 já vem passando por obras de reconstrução, graças a uma verba de R$ 20 milhões liberada em 2005 pelo governo federal.

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