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Nº 5712
Cidades

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Uma comissão formada por membros do Sinteal se reuniu, ontem, na sede da Secretaria de Estado da Educação (SEE), com o secretário Marcos Vieira e sua equipe. A finalidade da reunião foi discutir a pauta de reivindicações da categoria, anteriormente aprese

Por | Edição do dia 16/05/2002 - Matéria atualizada em 16/05/2002 às 00h00

Uma comissão formada por membros do Sinteal se reuniu, ontem, na sede da Secretaria de Estado da Educação (SEE), com o secretário Marcos Vieira e sua equipe. A finalidade da reunião foi discutir a pauta de reivindicações da categoria, anteriormente apresentada pelo Sindicato. Na ocasião, esteve presente o secretário-adjunto de administração, Marcelo Casado, que apresentou a contraproposta do governo. Conforme anunciado pelo governador Ronaldo Lessa, o governo propôs uma correção de 7% na grade do magistério, além do realinhamento das funções de confiança do Estado, o que significaria um aumento linear de 55% a cada função. A justificativa para o não-atendimento da proposta inicial do Sindicato é o impacto que a mesma causaria na folha de pagamento. Segundo Marcelo Casado, a proposta do governo prevê um acréscimo de 1,07% na folha do Estado. “O governo está sensível às reivindicações, que também são nossas, mas temos que seguir a Lei de Responsabilidade Fiscal”, explicou o secretário Marcos Vieira. Além da questão salarial, foi discutido, na reunião, o pagamento e a contratação de monitores para suprir as carências nas escolas. Segundo Marcos Vieira, a secretaria fará concurso para contratação de novos monitores. “Com relação ao pagamento de monitores que estão sem contrato e dos que tiveram aumento da carga horária, a secretaria espera que os processos sejam revistos para garantir a legalidade da situação e resolver os impasses surgidos”, afirma o diretor.

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