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Nº 5732
Cidades

Alunos denunciam aumento de at� 18% e amea�am ir � Justi�a

| FÁTIMA ALMEIDA Repórter Estudantes do Centro de Estudos Superiores de Maceió (Cesmac) prometem acionar a Justiça contra o aumento das mensalidades. Ontem pela manhã eles realizaram uma manifestação de protesto contra o que consideram “aumento abusivo”

Por | Edição do dia 08/02/2006 - Matéria atualizada em 08/02/2006 às 00h00

| FÁTIMA ALMEIDA Repórter Estudantes do Centro de Estudos Superiores de Maceió (Cesmac) prometem acionar a Justiça contra o aumento das mensalidades. Ontem pela manhã eles realizaram uma manifestação de protesto contra o que consideram “aumento abusivo” e tentaram, sem sucesso, reverter a portaria 042/2005, que institui os índices de reajuste, extensivo a todos os cursos. Mobilizados pelos diretórios acadêmicos dos cursos de Direito e Comunicação Social, entre outros, os estudantes saíram em passeata do prédio onde funciona o Centro de Ciências Jurídicas, na Rua Iris Alagoense, até a sede da Fundação Jaime d’Altavilla (Fejal), gestora do Cesmac, que funciona na Cônego Machado. Eles fecharam um trecho da rua e chegaram a se reunir com a diretoria da instituição para negociar, mas não saíram satisfeitos. Segundo o estudante de Direito Neymar Oliveira, o Cesmac manteve-se irredutível quanto ao reajuste das mensalidades. “O aumento é abusivo e ilegal. Desrespeitou a lei 9870/99, que determina, em seu artigo 2º, que o aumento tem que ser anunciado num prazo de pelo menos 45 dias de antecedência a sua vigência. O Cesmac publicou a portaria no dia 1º de janeiro, e no dia 10 encerrou as matrículas, já com a nova mensalidade”, denunciou ele, informando que os diretórios acadêmicos já estão colhendo assinaturas para acionar a Justiça, com a finalidade de reverter a decisão. Segundo os estudantes, o reajuste variou entre 9% e 18%. Para o curso de Direito, por exemplo, passou de R$ 350 para R$ 395; Jornalismo passou de R$ 451 para R$ 480, e Biomedicina passou de R$ 490 para R$ 560, de acordo com informações dos líderes estudantis. “E o pior é que não há motivo aparente, porque não houve nenhuma melhoria estrutural; a biblioteca não tem acervo atualizado e pagamos taxas de todos os serviços, até mesmo pelo histórico mensal”, reclamam os alunos. Eles acusaram o Diretório Central dos Estudantes (DCE) do Cesmac de ser “conivente com a direção”. A Gazeta procurou a direção do Cesmac, mas não foi atendida. A informação da secretária da presidência foi de que os diretores e a assessoria de comunicação da instituição estavam em reunião.

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