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Nº 5736
Cidades

Morte de galinhas preocupa minist�rio

| Regina Carvalho Repórter A Delegacia do Ministério da Agricultura em Alagoas comunicou, ontem, à Secretaria Executiva de Agricultura, a morte de galinhas que eram criadas em um pequeno sítio no Tabuleiro do Martins. “Isso que aconteceu tem que ser inv

Por | Edição do dia 08/03/2006 - Matéria atualizada em 08/03/2006 às 00h00

| Regina Carvalho Repórter A Delegacia do Ministério da Agricultura em Alagoas comunicou, ontem, à Secretaria Executiva de Agricultura, a morte de galinhas que eram criadas em um pequeno sítio no Tabuleiro do Martins. “Isso que aconteceu tem que ser investigado e coletado material para ser enviado a laboratório de São Paulo, onde será feita análise, para sabermos o que realmente causou a morte das aves”, disse a veterinária do ministério Marta Pedroza Souto Maior. Segundo ela, o fato deve ser monitorado por causa da gripe aviária. Esse é o primeiro registro de morte de aves, com essas características, que chegou à Delegacia de Agricultura em Alagoas. “Não podemos deixar de acompanhar esses casos que aparecem. Já que em todo o mundo se fala na gripe das aves”, reforçou a veterinária. Aves mortas Um dos proprietários do sítio, o autônomo Valdir Barros dos Santos, conta que não percebeu qualquer alteração, mas que quando acordou ontem viu seis aves já mortas e outras agonizando. “Achei isso muito estranho. Crio galinhas há mais de 15 anos e nunca tinha visto uma coisa dessas. Não sei o que aconteceu. Só um especialista nesse assunto pode falar sobre isso. Na hora em que vi elas mortas lembrei logo da gripe aviária”, disse o autônomo. No sítio onde vive com parentes, Valdir cria mais de 30 aves, para consumo da família. “Depois do que aconteceu vou deixar elas aí. Não vamos comer mais as galinhas”, contou Valdir Barros. Outras aves já começaram a apresentar um “comportamento estranho”, segundo informou o autônomo. “Elas nunca morreram assim tão de repente. As outras também já estão doentes. Temo que todas morram”, disse. Técnicos da Vigilância Sanitária telefonaram ontem para Valdir e tiveram acesso a detalhes do ocorrido, mas procurados pela Gazeta disseram que a responsabilidade por esse tipo de caso é do Centro de Controle de Zoonoses (CCZ), da Prefeitura de Maceió, que foi acionado. Por sua vez, técnicos do CCZ disseram não ter condições para fazer a averiguação, porque não existe departamento especializado nesse tipo de animal. Segundo eles, o Ministério da Agricultura seria o mais indicado. “A morte de seis aves não é algo assustador, mas também não é pouco e não pode ser descartada”, avaliou a veterinária.

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