Cidades
Usu�rios ficam sem assist�ncia em posto
Os pacientes do PAM Salgadinho, que precisam de consulta ou exames no setor de otorrinolaringologia, sofrem, há alguns dias, com a deficiência no atendimento. A justificativa é de que falta material para realizar os exames. Na última sexta-feira, das 30 pessoas que tinham consulta marcada, apenas oito foram atendidas. A enfermeira substituta do setor (que funciona no Bloco D do posto), Railda Fraga Costa, não sabe o quantitativo de pessoas que estão deixando de ser atendidas por dia, mas confirma a existência do problema. Segundo ela, o material está sendo esterilizado na Maternidade Santa Mônica e nem sempre chega em tempo para o atendimento. E quando não tem material, os médicos acabam indo embora. ?O bloco está em processo de reforma, já em fase de conclusão, para que a esterilização do material seja feita aqui. Mas enquanto isso não acontece, temos um convênio com a Santa Mônica e todo dia o material é levado para lá e volta esterilizado. Como a demanda de lá é grande e fica maior ainda quando junta com a nossa, muitas vezes não chega a tempo?, justifica. Segundo Railda, a reforma do bloco D foi iniciada no final do ano passado e o problema culminou com a falta de material, ?mas já está sendo resolvido?, diz. Entre funcionários, a crítica vai também para alguns médicos que faltam ao trabalho ou se recusam a esperar a chegada do material esterilizado, quando ele atrasa. Com isso, os usuários que já passaram pelo sacrifício da fila para marcar a consulta, ou exame, são duplamente penalizados: não conseguem atendimento no dia marcado e, segundo, porque a remarcação não é feita automaticamente. |FAL