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Nº 5729
Cidades

MP imp�e regras a munic�pios para abate de gado em Alagoas

| CARLOS ROBERTS Repórter O Ministério Público Estadual (MPE) apresentou, ontem, a sete municípios da Região Metropolitana de Maceió, um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) para adequação do abate e comercialização de bovinos. Um dos critérios é que o

Por | Edição do dia 20/04/2006 - Matéria atualizada em 20/04/2006 às 00h00

| CARLOS ROBERTS Repórter O Ministério Público Estadual (MPE) apresentou, ontem, a sete municípios da Região Metropolitana de Maceió, um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) para adequação do abate e comercialização de bovinos. Um dos critérios é que o abate não poderá mais ser feito com o gado no chão. O objetivo é garantir a qualidade da carne consumida pelos alagoanos. As exigências causaram reação por parte de alguns prefeitos e muita discussão no MP. A promotora de Rio Largo, Amélia Campelo, foi designada pelo Ministério Público para tentar resolver o problema da falta de higiene e estrutura para abate de animais cuja carne é comercializada em Alagoas. A estratégia inicial da promotora foi reunir prefeitos e representantes das cidades de Messias, Santa Luzia, Coqueiro Seco, Pilar, Marechal Deodoro, Igreja Nova e Maceió para apresentar as condições do Termo de Ajustamento de Conduta. Pelo termo, os comerciantes de feiras livres e mercados têm 90 dias para adquirir balcões frigoríficos para expor e comercializar carne. O TAC determina, ainda, que os matadouros que não apresentarem condições de abate e higiene sejam fechados imediatamente. “O gestor que não optar pelo ajustamento será acionado judicialmente”, disse a promotora. ///

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