Cidades
Risco n�o afasta candidatos de concurso
| FÁBIA ASSUMPÇÃO Repórter Salário inicial de R$ 950, 1.200 vagas (900 homens e 300 mulheres) e a garantia de estabilidade no serviço público. Esses são atrativos que vêm fazendo muita gente deixar de lado os riscos da profissão e se submeter ao concurso para agente penitenciário. Nem as notícias sobre as constantes rebeliões, tentativas e fugas, ameaças de morte de presos aos agentes parecem assustar quem sonha conquistar um emprego público. Com a superlotação dos presídios - problema que afeta o sistema penitenciário em todo o País - eles se tornaram um verdadeiro ?pavio de pólvora?. ### Lotados, cursinhos custam até R$ 90 A coordenadora do IBC Cursos, Cristina Kummer, disse que geralmente os cursos preparatórios para concursos começam com antecedência de dois meses. No caso dos agentes penitenciários, serão apenas cinco meses de preparação, já que o edital saiu há pouco mais de uma semana. Por isso, os alunos vão ter que abrir mão dos fins de semana para se dedicar aos estudos. FAS ### Terceirizados lutam para mudar edital Os agentes terceirizados também reclamam do conteúdo programático das provas, que inclui Língua Portuguesa, conhecimentos em Informática, História e Geografia do Brasil e de Alagoas. Segundo o presidente da Associação dos Agentes, Itemir Pedro, o secretário de Ressocialização, coronel Aurélio Rosendo, havia prometido intermediar na Secretaria Executiva de Educação a inclusão dos agentes que não têm ensino médio nos testes do supletivo. |FAS ///