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domingo, 02/08/2026 | Ano | Nº 6280
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Car�ncia de vagas vira jogo de empurra

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| CARLA SERQUEIRA Repórter Depois que o teto da Maternidade Paulo Neto desabou por causa da chuva, na última segunda-feira, os gestores municipal e estadual de Saúde, João Macário e Jacy Quintella, respectivamente, trocaram farpas entre si. O motivo foi a superlotação nas demais maternidades prestadoras de serviço para o Sistema Único de Saúde (SUS), que tiveram que absorver a demanda da Paulo Neto, atualmente com 40 leitos. O município reclama da quantidade de mulheres que chegam de outras cidades para parir em Maceió, enquanto o Estado diz que a capital tem obrigação de atendê-las, pois obstetrícia é caso de urgência. Mas de quem é a responsabilidade de controlar o fluxo de gestantes e de garantir o atendimento a todas elas? De acordo com a secretária estadual de Saúde, Jacy Quintella, Maceió recebeu R$ 1.878.567,62 dos demais 101 municípios para realizar procedimentos que o interior não tem estrutura para atender. A verba é do governo federal e foi alocada no ano passado por meio do Plano Pactuado Integrado (PPI), fiscalizado pelo Estado. ?Maceió é obrigado a receber as mulheres do interior por que os municípios pagam para isso. ///

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