Cidades
Superlota��o volta a provocar caos na UE
PETRÔNIO VIANA Repórter A Unidade de Emergência (UE) Armando Lages viveu ontem mais um dia caótico. A superlotação e a falta de espaço para acomodar os pacientes, no entanto, não fogem da rotina diária dos funcionários do maior hospital público de pronto-socorro do Estado. Nos corredores, os pacientes, alguns em idade avançada, gemiam enquanto aguardavam o atendimento. Um cadáver ocupava uma das macas da emergência, sem previsão para ser removido. Além disso, a aglomeração de acompanhantes pelos corredores, onde se encontravam seus parentes, tornava o trânsito de enfermeiros e atendentes ainda mais complicado. ### Hospital de apoio solucionaria problema Na opinião do administrador da Unidade de Emergência Armando Lages, Paulo Izídio, a alternativa para diminuir a superlotação do hospital seria a construção de uma outra unidade ou um hospital de apoio. As atuais condições dos postos de saúde da capital, segundo Paulo, agrava a situação do hospital. ?Seria preciso construir um hospital de apoio para receber parte dos pacientes. Hoje, o Armando Lages, que seria somente para urgência e emergência, recebe pacientes para todos os casos. Durante a noite, os postos de saúde fecham e vem todo mundo para cá, desde casos simples até doentes graves?, informava Paulo Izídio na noite de ontem. |PV ///