Cidades
Beb�s ficam sem assist�ncia m�dica
| GILVAN FERREIRA Repórter O caos na área de saúde pública de Alagoas, que ficou evidenciado esta semana, com a superlotação das maternidades e da Unidade de Emergência (UE), se manteve ontem com o desespero dos pais de duas crianças, de três meses, que perambularam por mais de seis horas, por hospitais de Rio Largo e de Maceió,em busca de atendimento médico. As gêmeas Tamires e Taís Batista da Silva apresentavam grave quadro de desnutrição e desidratação e corriam risco de morte. Depois de tentar atendimento em três hospitais, os pais das gêmeas procuraram a redação da Gazeta para tentar ajuda para as duas crianças. Segundo Alexandro Silva da Rocha, 25, ele e sua esposa, Alexandra Batista da Silva, 27, e as filhas tiveram negado atendimento médico em três hospitais públicos. O drama da família começou em Rio Largo, onde residem. Segundo Alexandro, o médico de plantão na unidade de saúde da cidade, identificado como Marcos, teria se negado a atender as crianças, alegando que o estado de saúde delas recomendava atendimento em um hospital infantil. ///