Cidades
Um novo come�o para a pequena Malu
Anamaria Santiago Repórter Na última sexta-feira, os pais de Maria Luiza Pereira, a Malu, receberam a equipe da Gazeta em sua casa em clima de alívio. Depois do trauma vivido com o seqüestro da filha de 2 anos e 11 meses que durou dez dias, Murilo e Aline Pereira aproveitam todos os momentos ao lado da menina. Para Murilo, o retorno da filha viva foi um presente atrasado de aniversário. ?Fiz 28 anos no momento em que não tínhamos notícias nenhuma de Malu, no dia 3 de outubro, exatamente uma semana antes dela ser encontrada em Japaratinga?, diz ele. ### Pai de Malu diz que agiu como ?pai? No dia 1º de outubro, quando um homem armado tirou Maria Luiza, Malu, dos braços da mãe, a arquiteta Aline Pereira, na porta de uma padaria no Estáquio Gomes, encontrou resistência do pai, um policial civil. Murilo Nogueira diz que agiu apenas como pai, quando trocou tiros com o homem que seqüestrou sua filha. Com o pé direito engessado, o policial falou a Gazeta na varanda se sua casa, já com a filha de volta ao convívio da família. Ele conta que começou a atirar quando viu o homem abordando sua esposa, que estava dentro do carro com a pequena Malu. ///