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Cidades

Casal longe de parar de poluir praias

| CARLOS ALBERTO JR. Repórter Embora o Ministério Público Federal (MPF) tenha proibido a Companhia de Abastecimento e Saneamento de Alagoas (Casal) de jogar dejetos diretamente na praia de Cruz das Almas, o problema parece estar longe de ser solucionado

Por | Edição do dia 15/10/2006 - Matéria atualizada em 15/10/2006 às 00h00

| CARLOS ALBERTO JR. Repórter Embora o Ministério Público Federal (MPF) tenha proibido a Companhia de Abastecimento e Saneamento de Alagoas (Casal) de jogar dejetos diretamente na praia de Cruz das Almas, o problema parece estar longe de ser solucionado. O problema remete à década de 60, quando a Casal foi fundada, além da falta de compromisso dos poderes públicos com a questão do saneamento urbano. O presidente da Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental (Abes), Carlos Roberto Santos, afirma que a situação é comum aos 27 Estados brasileiros. ### Esgotamento sanitário está saturado O engenheiro sanitarista Márcio Callado, um dos fundadores da Casal e professor aposentado da Universidade Federal de Alagoas (Ufal), afirma que a tubulação feita de cimento, que ainda cobre boa parte do sistema de tratamento da água pluvial de Maceió, foi colocada há cerca de 40 anos, não resiste muito à ação do tempo e dos dejetos lançados naturalmente nos canais. “O esgoto corrói o cimento gerando o que nós observamos em boa parte dos bairros da parte baixa da cidade. A tendência é piorar. Não era para aquelas tubulações receberem esgoto durante esses 40 anos”, diz o professor. ///

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