Cidades
Come�a a temporada de matr�culas
Bleine Oliveira Repórter O fim de ano chegou, o mês é festivo, mas os pais não devem esquecer uma obrigação: a matrícula dos filhos na escola, seja ela pública ou particular. Os que têm seus filhos na rede pública certamente estão preocupados com a conclusão do calendário escolar, alterado pela obrigatoriedade de cumprimento da carga horária. Sem assegurar aos alunos a eficiência e qualidade que o ensino público deve ter, o governo ainda não definiu o período de matrículas. Algumas unidades só irão concluir o calendário em meados do próximo ano. Tanto na rede pública quanto na particular a carga horária mínima exigida pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDBE) é de 800 horas/aula por ano. ### Federação afirma que índice de inadimplência é de 40% Se as unidades da rede pública não lhe fazem concorrência, as escolas particulares têm na inadimplência seu maior inimigo. A presidente da Federação dos Estabelecimentos de Ensino de Alagoas (Fenen/AL), Bárbara Heliodora Costa e Silva, afirma que a rede particular ?trabalha com um índice entre 30% e 40% de não pagamento?. Para ela, o índice é abusivo e insustentável. ?Qual a empresa, e escola é uma empresa, capaz de sobreviver com um índice tão alto de inadimplência??, indaga a dirigente. Também proprietária de escola, Bárbara Heliodora cita seu próprio exemplo. ### Pais devem ficar atentos à lista de material escolar O Conselho estadual de Educação (CEE) está atento ao processo de resgate da qualidade do ensino na rede pública alagoana. É o que garante a presidente do órgão, Sandra Lúcia dos Santos Lira, para quem o ?processo de gestão pública deve ser alterado?. Todavia, enquanto cumpre sua função nesse processo de resgate do ensino público, ?um direito essencial da população?, o CEE também acompanha o desempenho das escolas particulares. ///