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Cidades

Oper�rios enfrentam riscos para manter trem na linha

| Anamaria Santiago Repórter No bairro do Mutange, em Maceió, o trem que “corta” sete bairros da capital passa pelo local bem devagar. A locomotiva, que chega a transportar até oito mil passageiros por dia, diminui a velocidade para não correr risco de

Por | Edição do dia 21/01/2007 - Matéria atualizada em 21/01/2007 às 00h00

| Anamaria Santiago Repórter No bairro do Mutange, em Maceió, o trem que “corta” sete bairros da capital passa pelo local bem devagar. A locomotiva, que chega a transportar até oito mil passageiros por dia, diminui a velocidade para não correr risco de descarrilamento no ponto considerado o mais crítico do percurso dentro da cidade. Do lado dos trilhos existe uma valeta de escoamento de água que, por falta de educação dos moradores que vivem no alto da encosta, serve de depósito de lixo. “Toda semana eu calço minhas botas, pego minha pá e faço a limpeza da valeta”, diz o aposentado de 78 anos, José dos Santos, conhecido como seu Zezinho. ### Manutenção custa R$ 1,2 milhão à CBTU O engenheiro civil Alexander Lima, especialista em transportes, diz que o funcionamento das vias ferroviárias têm peculiaridades bem diferentes das rodoviárias. “Não há como fazer atalhos para os trens, em casos de descarrilamento ou algum obstáculo nos trilhos, a única opção é parar a locomotiva e esperar. Por isso, as interrupções do tráfego nas ferrovias de todo Brasil são muito maiores do que nas rodovias, onde há opções de rota”, explicou ele. ///

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