Cidades
Militares desistem de greve ap�s receber
ANAMARIA SANTIAGO Repórter ?A idéia de aquartelamento foi por água abaixo?. A declaração do comandante geral da Polícia Militar, coronel Rubens Goulart, pôs fim ontem à possibilidade de policiais militares e bombeiros aderirem à greve dos servidores do Estado. Os militares vinham ameaçando paralisar os trabalhos desde que o governador anunciou o corte nos salários, mas protelaram a idéia até ontem quando o governo pagou salários superiores a R$ 2 mil além da folha suplementar, repondo os salários reduzidos. O anúncio do pagamento foi feito na segunda-feira à tarde. ### Concursados e mães fazem protestos Lelo Macena Carla Serqueira Repórteres Além da greve dos servidores públicos, que perdura desde a última quarta-feira, dia 17, ontem pela manhã, o governo voltou a ser alvo de mais manifestações e protestos. Dessa vez, a reclamação ficou por conta dos aprovados no concurso para agente penitenciário, realizado em junho do ano passado. Eles exigem a posse de 94 agentes nomeados nos dias 27, 28 e 29 de dezembro, integrantes da segunda turma de aprovados. O prazo para o governo empossar os agentes termina no final desta semana. No entanto, o decreto 3.555, além de cortar reajustes salariais, suspende nomeações por seis meses. ### Santa Mônica sente efeitos da greve | MARCOS RODRIGUES Repórter A greve do nível médio da saúde contra o decreto governamental que cortou salários também se refletiu na Maternidade Santa Mônica, referência em atendimento de gestantes de alto risco. Ontem, os trabalhadores da unidade cruzaram os braços. O atendimento foi feito por equipes reduzidas. O setor onde as pacientes se recuperam dos procedimentos cirúrgicos está funcionando apenas com dois profissionais, quando o ideal seriam seis. ///