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Cidades

Terceirizados pressionam governador por sal�rios

Lelo Macena Repórter Além da greve dos servidores estaduais, o governo de Alagoas vai precisar de muito jogo de cintura para resolver pendências financeiras de prestadores de serviço de vários órgãos públicos. As manifestações e reclamações já com

Por | Edição do dia 28/01/2007 - Matéria atualizada em 28/01/2007 às 00h00

Lelo Macena Repórter Além da greve dos servidores estaduais, o governo de Alagoas vai precisar de muito jogo de cintura para resolver pendências financeiras de prestadores de serviço de vários órgãos públicos. As manifestações e reclamações já começam a “pipocar” e pedem solução imediata. Cerca de 900 transportadores escolares, que têm contrato com a Secretaria de Educação, ameaçam parar caso os cinco meses de salários atrasados não sejam pagos. Em União dos Palmares, os serviços já estão suspensos. Na quinta-feira, prestadores de serviço da Uncisal, responsáveis pela limpeza de vários hospitais, resolveram cruzar os braços. ### Pagamento depende de “auditoria” O coordenador do Instituto de Apoio à Gestão Pública e Social, a Apoio, Gilberto Leôncio, confirmou que o dinheiro referente ao pagamento dos transportadores realmente está depositado na conta da organização. “Só que nós recebemos um comunicado do governo do Estado para suspender o pagamento até que o levantamento completo de todos os processos seja feito”, disse Gilberto. A Apoio assinou contrato com a Secretaria de Educação e assumiu a gestão do Programa de Transporte Escolar na segunda quinzena de setembro do ano passado. ### Secretário detona transporte escolar O secretário de Educação Fábio Farias preferiu usar o termo “distorções” para se referir às irregularidades encontradas nos processos de alguns transportadores escolares. Ele afirmou que o atual modelo de transporte escolar em Alagoas é ineficiente. “O governador também entende que, da maneira que está sendo feito, esse tipo de transporte escolar não é o mais adequado para o Estado”, disse . Segundo ele, os custos são muito altos e existem muitas reclamações em vários municípios. ### Empresa é acusada de aplicar golpe Como se não bastasse, o caos provocado pela greve dos servidores da Saúde, o governo foi pego de surpresa, na última quinta-feira, pela paralisação de cerca de 280 prestadores de serviço da Universidade de Ciências da Saúde de Alagoas (Uncisal). Eles reclamam de três meses de salários atrasados. Com menos de oito horas de greve, os prestadores de serviço provocaram o fechamento da Maternidade Escola Santa Mônica, além de comprometer o atendimento no Hospital Escola Hélvio Auto, do Portugal Ramalho e do Hospital José Carneiro. ///

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